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sábado, 14 de julho de 2012

LIÇÃO 3 - TEMA VIVENDO EM FAMÍLIA


PORTAL ESCOLA DOMINICAL
ADOLESCENTES – CPAD
3º Trimestre 2012
Comentarista: César Moisés Carvalho

 OBEDECER É O MESMO QUE ADORAR?



Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a:
Conscientizar-se da importância de obedecer, que a adoração aceita por Deus é decorrente de nossa obediência aos preceitos da Palavra de Deus.


Para refletir
“De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever de todo homem”(Ec 12:13 – ARC).

Salomão já tinha provado e visto que o Senhor é bom. Ao comparar sua vida anterior de obediência ao Senhor que uma vez ele já tinha usufruído, com sua busca incessante pela felicidade nas coisas do pecado, ele dá o veredicto:
“De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem.”(Ec 12:13 – ARA)

Salomão achou que poderia encontrar um atalho para a felicidade na vida de desobediência aos preceitos de Deus. Próximo ao fim de sua vida, ele foi homem o suficiente para admitir seu erro. Para salvar outros do mesmo erro ele escreveu:
"O que guarda a Lei, esse é feliz".(Pv 29:18 - ARA)


Texto Bíblico: Sl 119:90,91; Mt 15:1-9.

Introdução
“Aleluia! Como é feliz o homem que teme o Senhor e tem grande prazer em seus mandamentos!”.(Sl 112.1 - ARA)

Que promessa maravilhosa: Feliz é o homem que teme o Senhor! Mas, será que nos dias atuais as pessoas conseguem conectar felicidade ao temor do Senhor? As pessoas têm buscado serem tementes a Deus na esperança de serem felizes, de se “darem bem”?

Há algum tempo, este tema tem me chamado atenção. Tenho me perguntado: Onde estão estas pessoas tementes a Deus, que irradiam paz e alegria? Tenho encontrado-as nas páginas da Bíblia. Tenho reconhecido este tipo de pessoas entre meus familiares e entre os irmãos na Igreja. Tenho observado que pessoas tementes a Deus são as que influenciam pelas suas atitudes, palavras, pelos seus valores e seu caráter. Elas que transmitem preciosas lições para a nossa vida e nos desafiam a levar Deus a sério no dia-a-dia.

Pessoas tementes a Deus levam a Palavra de Deus a sério
“Agora, pois, ó Israel, que é que o Senhor requer de ti? Não é que temas o Senhor teu Deus, andes em todos os seus caminhos, e que o ames, e sirvas ao Senhor teu Deus de todo o teu coração e toda tua alma para guardardes os mandamentos do Senhor, e os seus estatutos, que hoje te ordeno, para o teu bem.” (Dt 10:12-13)

Uma das evidências mais claras de temor a Deus é a submissão à vontade de Deus – é obedece-LO. O temente a Deus respeita e honra a Deus, reconhecendo que Ele é Deus e tendo grande prazer em seus mandamentos (Sl 112:1b). – E quem guarda os mandamentos da Palavra de Deus, tem inúmeras promessas de uma vida bem sucedida (Js 1:1-9; Sl 1).

Pessoas tementes a Deus amam a Deus 
Olhando superficialmente, parece que o temor do Senhor e amor a Deus se conflitam. Mas isto não é verdade. Ambos andam de mãos dadas.

Por outro lado, temor do Senhor não quer dizer medo.
“No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor”(I Jo 4:18).

Adão e Eva, depois de pecarem, e ao ouvirem a voz de Deus os chamando, se esconderam porque tinham medo. Disseram: “Ouvi os seus passos no jardim e fiquei com medo” (Gn 3.10). O pecado gera medo e insegurança – Quem ama a Deus e o teme, se submete à sua Palavra e não precisa ter medo, está seguro na “Sombra do Onipotente” (Sl 91:1).
Medo é a conseqüência da falta de amor e temor do Senhor.

Pessoas tementes a Deus evitam o mal 
 “Temer o Senhor é odiar o mal; odeio o orgulho e a arrogância, o mau comportamento e o falar perverso” (Pv 8.13).

A Bíblia apresenta Jó como homem temente: “Jó era homem íntegro e justo; temia a Deus e evitava fazer o mal” (Jó 1.1).

O temor do Senhor de Noé também é notável: era homem justo, íntegro entre o povo da sua época; ele andava com Deus. (Gn 6.9). Viver com integridade entre o povo da sua época deveria ser um tremendo desafio, pois a perversidade do homem tinha aumentado na terra e... toda a inclinação dos pensamentos do seu coração era sempre e somente para o mal (Gn 6.5).

Pessoas tementes a Deus não se deixam corromper. Pelo temor que pessoas têm a Deus, elas evitam o mal – obedecem a Sua Palavra.. Como salvos em Cristo, cabe a nós vivermos com temor e tremor. Devemos tornar-nos puros e irrepreensíveis, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração corrompida e depravada e brilhar como estrela no universo (Fl 2:12).

Pessoas tementes a Deus buscam viver em santidade
“Amados, visto que temos essas promessas, purifiquemo-nos de tudo o que contamina o corpo e o espírito, aperfeiçoando a santidade no temor de Deus”. (2 Co 7:1)

José, filho de Jacó, mesmo longe da sua família e em terras estrangeiras, vivendo como escravo, foi guardado de se envolver em pecado com a mulher de Potifar:
Como poderia eu, então, cometer algo tão perverso e pecar contra Deus?(Gn 39:9)

Sem dúvida alguma, José tinha as mesmas necessidades (impulsos) sexuais, que todo homem, mas pelo temor que tinha diante da onisciência e onipresença da santidade de Deus, fugiu do pecado.

Um fruto natural do temor do Senhor é a busca constante por santidade, a santidade é aperfeiçoada. E o contrário também é verdade: A falta de santificação é na realidade falta de temor do Senhor.

Pessoas tementes a Deus são fervorosas na obra de Deus 
Josué, ao desafiar o povo para um novo compromisso com Deus, dizia: “Agora pois, temei ao Senhor, e servi-lo com integridade e com fidelidade; deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais... e servi ao Senhor!”. (Js 24:14)

O temor do Senhor conduz à consagração e à fidelidade para com Deus. Pessoas tementes a Deus procuram ser fiéis, e isto envolve toda a sua vida, tempo, dons e seus dízimos e ofertas!
O autor de Hebreus escreve: “Portanto, já que estamos recebendo um Reino inabalável, sejamos agradecidos e, assim adoremos (sirvamos) a Deus de modo aceitável, com reverência e temor, pois nosso ‘Deus é fogo consumidor’” (Hb 12:28-29).

Quando falta o temor do Senhor, o ser humano se afasta da Palavra de Deus, deixa de viver no amor de Deus e pára de servi-lo!

Pessoas tementes a Deus tratam com amor o seu próximo 
“O que oprime ao pobre insulta aquele que o criou, mas a este honra o que se compadece com o necessitado!” (Pv 14:31).

Sifra e Pua, mesmo diante da lei de matarem todos os meninos judeus, temeram a Deus e não obedeceram às ordens do rei do Egito (Ex 1.17).

A pessoa temente a Deus reconhece que cada ser humano foi criado à semelhança de Deus e por isso é merecedor de amor, respeito e dignidade. Por isso, os tementes a Deus com honestidade conduzem os seus negócios (Sl 112:5). Eles se compadecem dos necessitados, se submetem aos seus patrões pelo fato de temerem o Senhor (Cl 3:22) e os filhos tementes a Deus obedecem aos seus pais (Cl 3.20).

Enquanto isso, a falta de temor a Deus, endurece o coração do ser humano diante das necessidades de seus semelhantes, discrimina seres humanos por causa de sua raça, se torna homicida, até mesmo de seres humanos indefesos no ventre da mãe.

A triste constatação da falta temor do Senhor 
O crescimento da corrupção, das injustiças sociais e da violência e a destruição dos valores éticos e morais na sociedade hoje é uma triste realidade.

A história de Israel, povo de Deus, é marcada por tristes períodos de falta de temor a Deus, de declínio moral, de injustiças sociais e de idolatria. Cada período assim, trouxe consigo o juízo de Deus. A falta de temor do Senhor certamente tem as mesmas conseqüências hoje.

Feliz o homem que teme o Senhor 
Salomão, na conclusão do livro de Eclesiastes afirma: “Agora que já se ouviu tudo, aqui está a conclusão: Tema a Deus e obedeça aos seus mandamentos” (Ec 12.13). Por outro lado, deixa muito claro que o temor do Senhor não exclui a felicidade: “Seja feliz o seu coração nos dias da sua juventude.” (Ec 11,9).

O Salmo 112 cita diversos aspectos da felicidade dos tementes a Deus: “Seus descendentes serão poderosos na terra e serão uma geração abençoada de homens íntegros” (v.2). “O justo jamais será abalado... não temerá más notícias; seu coração está firme, confiante no Senhor” (v.6-8). Não poderia deixar de citar alguns Provérbios: “O temor do Senhor prolonga a vida” (Pv 10.27).

Conclusão
O que podemos concluir disso, temer a Deus é obedecê-Lo.
Quanto mais vivemos no temor do Senhor e obedecemos a Sua Palavra, mais conhecemos a Deus e nossa intimidade com Deus cresce e o amor a Ele floresce. E pessoas assim são felizes.

Devemos reconhecer a  grande necessidade que de crescer no temor do Senhor e oro, para que esta reflexão encoraje a cada leitor destas linhas a viver no temor do Senhor.
Deus vos abençoe.


FONTE: Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 

sábado, 7 de julho de 2012

LIÇÃO 2





Tema: Vivendo em Família

Comentarista: César Moisés Carvalho

 O QUE DEU ERRADO COM A FAMILIA?

Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a:
Compreender que Deus, em Sua Soberania, tem um plano para cada vida individualmente e também no âmbito familiar. Que devemos cada um de nós valorizarmo-nos como família, cumprindo nossas responsabilidades.

Para refletir
“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”(Rm. 3:23 – ARC)

Em pecar, o homem perdeu sua posição espiritual, nisso se encontra em falta perante o ideal para o qual Deus o criou. E com isso vemos afetado o Propósito de Deus para a família, e os resultados está refletindo em toda a sociedade.


Texto Bíblico: Gn. 3:1-24; Rm. 1.18-32.

Introdução
Deus nos criou e designou o casamento e a família como a mais fundamental das relações humanas. Em nosso mundo de hoje em dia, vemos famílias atormentadas pelo conflito e arrasadas pela negligência e o abuso. O divórcio tornou-se uma palavra comum, significando miséria e dureza para os múltiplos milhões de suas vítimas. Muitos homens jamais aprenderam a ser esposos e pais devotados. Muitas mulheres estão fugindo de seus papéis dados por Deus. Pais que não têm nenhuma idéia de como preparar seus filhos estão assim perturbados pelo conflito com seus rebentos rebeldes. Outros simplesmente abandonam seu dever, deixando filhos sem qualquer preparação ou provisão.

Para muitas pessoas, hoje em dia, a frase familiar e confortadora "Lar, Doce Lar" não é mais do que uma ilusão vazia. Não há nada doce ou seguro num lar onde há o abuso, a traição e o abandono.

Haverá  uma solução? Poderemos evitar tais tragédias em nossas famílias? Poderão os casais jovens manter o brilho do amor e do otimismo décadas depois de fazerem os votos no casamento? Haverá esperança de recuperação dos terríveis erros do passado?

SIM!As soluções raramente são fáceis. A construção de lares sólidos não acontece por pura sorte. Somente pelo retorno ao padrão de Deus para nossas famílias poderemos começar a entender as grandes bênçãos que ELE preparou para nós em lares construídos sobre a rocha sólida da sua palavra. Consideremos brevemente alguns princípios básicos ensinados na Bíblia sobre a família.

Casamento
A família começa com o casamento. Quando Deus criou Adáo e Eva, Ele revelou seu plano básico para o casamento: "Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne" (GN 2:24). Este plano é claro. Um homem ligado a uma mulher. Milhares de anos mais tarde, Jesus afirmou que este ainda é o plano de Deus. Ele citou este versículo e acrescentou: "Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem" (Mt 19:6). Este casamento é uma relação para toda a vida. Somente a morte deve cortar este laço (Rm 7:1-3).
Deus aprovou as relações sexuais somente dentro do casamento. Não há nada de mal ou impuro sobre as relações sexuais dentro de um casamento aprovado por Deus (Hb 13:4). Esposos e esposas têm a responsabilidade de satisfazer os desejos sexuais (dados por Deus) aos seus companheiros (1 Co 7:1-5).

Todas as outras relações sexuais são sempre e absolutamente erradas. Relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo são absolutamente proibidas por Deus (Rm 1:24-27; 1 Co 6:9-11). Deus não criou Adão e João. Ele fez uma mulher, Eva, como uma parceira apropriada para Adão. As relações sexuais antes do casamento, mesmo entre pessoas que pretendem se casar, são condenadas por Deus (1 Co 7:1-2, 8-9; Gl5:19). As relações sexuais extra-conjugais são também claramente proibidas (Hb 13:4).

Filhos
Casais assim unidos diante de Deus pelo casamento gozam o privilégio de terem filhos. Deus ordenou a Adão e Eva e aos filhos de Noé que tivessem filhos (Gn 1:28; 9:1). Ainda que nem todas as pessoas tenham que se casar, e que nem todas terão filhos, é ainda o plano básico de Deus que os filhos nasçam dentro de famílias, completas com pai e mãe (1 Tm 5:14). Em lugar nenhum da Bíblia encontramos autorização para uma mulher ter relações sexuais para conceber um filho, antes ou sem casamento. A paternidade solteira, que está se tornando moda em nossa sociedade moderna é um afastamento do plano de Deus que terá  sérias conseqüências para as gerações vindouras.

Papéis Dados por Deus Dentro da Família
  1. Homens: Esposos e Pais
A responsabilidade dos esposos é bem resumida em Ef 5:25: "Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela".  
O esposo tem que colocar as necessidades de sua esposa acima das suas próprias, mostrando devoção desprendida aos melhores interesses da "parte mais frágil" que necessita da sua proteção. Ele tem que trabalhar honestamente para prover as necessidades da família (2 Ts. 3:10-11; 1 Tm 5:8).
Os pais são especialmente instruídos por Deus para preparar seus filhos na instrução e na disciplina do Senhor (Efésios 6:4). Este é um trabalho sério e, às vezes, difícil, mas com resultados eternos! Os espíritos de seus filhos existirão eternamente, ou na presença de Deus ou separados dele. A maior meta de um pai para seus filhos deveria sempre ser a salvação eterna deles.

  1. Mulheres: Esposas e Mães
Uma esposa tem um papel muito desafiador no plano de Deus. Ela tem que complementar seu esposo como uma auxiliar submissa, que partilha com ele as experiências da vida. As pressões da sociedade moderna para rejeitar a autoridade masculina não obstante, a mulher devota aceita seu papel como aquela que é cuidadosamente submissa ao seu esposo (Ef 5:22-24; 1 Pe 3:1-2). As mulheres de hoje em dia que rejeitam este papel dado por Deus estão na realidade difamando a palavra dele (Tt 2:5).
Deus instrui as mulheres para mostrarem terna afeição aos seus esposos e filhos, e a serem honestas e fiéis donas de casa (Tt 2:4-5). Apesar dos esforços de algumas pessoas para desvalorizar o papel das mulheres que são dedicadas a suas famílias, Deus tem em alta estima a mulher que é uma boa dona de casa e uma amorosa esposa e mãe. Tais mulheres devotas são também dignas de respeito e apreciação de seus esposos e filhos (Pv 31:11-12,28).

  1. Filhos: Seguidores Obedientes
Deus também definiu o papel dos filhos. Paulo revelou em Ef 6:1-2 que os filhos deverão:
a)      Obedecer a seus pais.Deus colocou os pais nesta posição de autoridade e os filhos têm que respeitá-los. Muitas pessoas consideram a rebeldia de uma criança como uma parte comum e esperada do "crescimento", mas Deus coloca-a na lista com outros terríveis pecados contra ele (2 Tm 3:2-5).
b)      Honrar seus pais.Os pais que sustentam, instruem e preparam seus filhos devem ser honrados. Jesus mostrou que esta honra inclui prover as necessidades dos pais idosos (Mt 15:3-6).

Famílias fora dos limites estabelecidos por Deus
Qual o relacionamento dos filhos em qualquer lar onde tudo se consegue num piscar de olhos? Sem dúvida, num ambiente assim, da felicidade pela facilidade, a ociosidade toma conta, torna-se o centro da vida, e quando não existe religião com adoração ao Criador, a criança se perde com as obras das criaturas, as luzes da cidade o consumismo toma a direção, torna-se o paradigma.

A quem se liga ou deve se ligar um filho? Aos pais todos respondemos. Porém, filhos existem que quebraram o vínculo com os pais e fizeram um novo vínculo com coisas que se compram para satisfação do Ego. Nada mais problemático do que a transformação da figura do progenitor em provedor da ociosidade, e filhos existem que em nome da vida fácil planejam eliminar o provedor para ficar com as coisas. Quebra-se a essência do elo paterno (Afeição, pais e filhos) e cria-se a paternidade Hedonista (Prazeres, Filhos). O filho olha para seus pais e ver a figura do Provedor de prazeres , o progenitor vai ficando cada vez mais distante até desaparecer no horizonte. Retorna lentamente.

A ira mortal contra progenitores é mais comum na riqueza do que na pobreza, muito mais na abundância do que na escassez. As histórias que se escuta quase sempre se relacionam às riquezas, onde a paternidade às vezes é substituída pela vida fácil e ociosa. Quando a paternidade é subjetiva, não se sabe o que fazer nem a quem obedecer.


Conclusão
A educação num Lar cristão deve ser conforme admoestação do Senhor. A arrogância dos pais num ambiente onde tudo se pode e nada se reprime, é propício ao surgimento de filhos irados "em pé de guerra" Tiago já ensinava que as guerras procedem dos prazeres que militam na carne de cada um, como a carne do protestante ou do não crente é a mesma, todo cuidado é pouco, para os crentes o escape é: "Criar os filhos na disciplina e na admoestação do Senhor ". Resumindo criar os filhos na Igreja do Senhor. A Igreja ainda é a Arca de Noé, lugar de refúgio para toda família da terra.


 Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva

sábado, 30 de junho de 2012

LIÇÃO 1



ADOLESCENTES – CPAD
3º Trimestre 2012
Tema: Vivendo em Família
Comentarista: César Moisés Carvalho


FAMÍLIA, PARA QUE?

Ao Mestre
Amado (a) temos um tema relevante neste trimestre, não somente para os adolescentes mas também para todos nós.
Hoje vemos um mundo decaído moralmente, e por que não dizer socialmente também, com os valores totalmente mudados. Presenciamos a cada dia o aumento da violência e do desrespeito. A sociedade culpa o governo, o governo por sua vez a sociedade – mas onde está o fluxo principal disso? Qual a verdadeira causa? – na Família – pois, é a família a base de todo o padrão moral ético e espiritual de cada indivíduo.

Há algum tempo atrás nós tivemos uma lição da CPAD, visando a família – e foi por vezes repetido na revista que “A Igreja é a extensão da família” – os irmãos (ãs) entendem a responsabilidade que cada homem e mulher que decidem formar um lar têm diante de Deus?
 Ore ao SENHOR, coloque-se nas Mãos DELE, peça a direção e a unção do Espírito Santo para que seus alunos sejam alcançados pela Palavra de Deus, de forma que suas vidas mostrem a influencia das Escrituras em seu cotidiano familiar.
 Deus vos abençoe.



Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a:
Definir e valorizar o propósito de Deus para  a família.


Para refletir
“E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou. E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; (...)”– Gn 1:27,28 ARC.

Deus criou a família. Criou Adão e o fez senhor de todos os animais e criaturas do Paraíso terrestre. Mas percebendo que estava muito solitário, criou para ele uma esposa.
Ao vê-la Adão exclamou: "Esta é osso dos meus ossos e carne da minha carne!" (Gn 2:23)
Deus também pensou que esse casal seria completo se tivesse filhos; por isso abençoou-os com a graça da fertilidade para povoar a terra. Deus tem um plano sobre nossas vidas: quer que sejamos santos como Ele é Santo.

Em nosso cotidiano familiar podemos aperfeiçoarmo-nos em santidade e exemplo no servir a Deus.


Texto Bíblico: Gn. 1:27,28; 2:7,18.

Introdução
Nós, cristãos, temos a oferecer ao mundo, como modelo a "família cristã", a exemplo da Sagrada Família de Nazaré

A família como Projeto de Deus
Deus nos criou e designou o casamento e a família como a mais fundamental das relações humanas. A família começa com o casamento. Quando Deus criou Adão e Eva, ele revelou seu plano básico para o casamento: "Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne" (Gn 2:24). Este plano é claro. Um homem ligado a uma mulher.

Milhares de anos mais tarde, Jesus afirmou que este ainda é o plano de Deus. Ele citou este versículo e acrescentou: "Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem" (Mt 19:6). Este casamento é uma relação para toda a vida. Somente a morte deve cortar este laço (Rm 7:1-3).

Dentro desta estrutura do propósito Divino, consideremos os papéis que Deus atribuiu aos homens, mulheres e filhos. A responsabilidade dos esposos é bem resumida em Efésios 5:25: "Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela".

O esposo tem que colocar as necessidades de sua esposa acima das suas próprias, mostrando devoção desprendida aos melhores interesses da "parte mais frágil" que necessita da sua proteção. Ele tem que trabalhar honestamente para prover as necessidades da família (2 Ts 3:10-11; 1 Tm 5:8).
Os pais são especialmente instruídos por Deus para preparar seus filhos na instrução e na disciplina do Senhor (Ef 6:4). Este é um trabalho sério e, às vezes, difícil, mas com resultados eternos! Os espíritos de seus filhos existirão eternamente, ou na presença de Deus ou separados Dele. A maior meta de um pai para seus filhos deve ser a salvação eterna deles


O Propósito de Deus para a família
Família deve ser baseada no amor. Isso significa mãe, pai e filhos, vivendo uma vida em comum, trabalhando cada qual para a realização de cada um como pessoa, sempre aceitando e respeitando as diferenças individuais.

Vive-se a família um projeto onde não deve jamais haver o “meu” ou o “teu”, mas somente o “nossos”. E isso só acontece porque nela se vive o amor. Esse amor nasce de uma profunda admiração pela pessoa do(a) outro(a), nas certeza de que só é feliz se fizer o(a) outro (a) feliz. Esse amor faz com quer a relação homem e mulher seja estável e duradoura.

Casamento não é coisa descartável. Essa idéia deve estar clara principalmente na mente dos adolescentes e jovens, constantemente bombardeados pela televisão, revistas e novelas, e atualmente estas terríveis musicas funk,  que os fazem acreditar que o casamento é coisa provisória, ou mesmo é melhor não casar e somente “gozar a vida”...que pouco importa a realidade dos filhos...e que a infidelidade está na moda. Essa realidade desvirtuada sobre casamento, infelizmente, faz com que casais se “juntem”, em sua maioria por causa de uma gravidez indesejada, imaturos e despreparados, gerando filhos que, quase na certa, vão ser educados por avós, babás, ou creches, os chamados pais substitutos.
A toda essa idéia enganosa de casamento, nós, cristãos, temos a oferecer ao mundo, como modelo a "família cristã", a exemplo da Sagrada Família de Nazaré. A família cristã é a união de pessoas vivendo no temor à Deus. Pessoas, ao mesmo tempo, santas e pecadores em processo de santificação e que procuram viver da fé em Jesus. È no seio dessa família cristã que os filhos descobrem Deus, e principalmente que Deus é “Amor”.

A família cristã é o espaço de vivência do Evangelho: pois dentro dela os filhos aprendem a conhecer a Bíblia: aprendem a orar, a partilhar e a perdoar. Pais e mães cristãos têm consciência de que são os primeiros educadores de seus filhos na fé e sabem que não podem delegar a tarefa de educação religiosa nem só para o pastor e nem só para o professor (a) da Escola Dominical.


Conclusão
É, freqüentemente, muito difícil corrigir anos ou mesmo gerações de erros. Mas está claro que o único modo pelo qual podemos esperar ter boas famílias moldadas nos princípios divinos é voltar ao plano que Deus tem revelado. Temos que estudar a Bíblia, aprender estes princípios, aplicá-los em nossas vidas, e ensiná-los aos nossos filhos e aos outros.
Lembrem-se, os benefícios serão eternos!

A família não pode se fechar sobre si mesma! Pais, mães e filhos devem sair dos limites de seus lares para santificar seus vizinhos, sua rua, seu bairro. Para, junto com outras famílias, mudar estruturas, corações e mentalidades. Colaborar, em última análise, na implantação do Reino de Deus na terra.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 


sábado, 23 de junho de 2012

LIÇÃO13


URGÊNCIA DE SE CUMPRIR O IDE DE JESUS

Texto bíblico: Mateus 24.1-14

KERIGMA E DISCIPULADO: A IMPORTÂNCIA DO PENTECOSTALISMO PARA A IGREJA DIANTE DOS DESAFIOS DA GRANDE COMISSÃO
Por César Moisés Carvalho
Segundo o texto de Mateus 28.19,20 [...], a abrangência, profundidade e objetivo de nossa missão é de proporção inigualável. A missão recaída sobre os ombros da Igreja é compulsória e irrevogável. Esse texto clássico, e o de Marcos 16.15-20, constituem a chamada Grande Comissão. Grande Comissão é a tarefa instituída pelo Senhor Jesus Cristo à Igreja, e consiste em três etapas distintas, contudo, complementares: Pregar (com a finalidade de as pessoas se rederem aos pés de Cristo); batizar e discipular (ensinar com vistas ao crescimento espiritual, desenvolvimento do caráter cristão, ou Fruto do Espírito, e, alcance da “perfeita varonilidade”, cf. Ef 4.11-16).
O propósito da Grande Comissão é fazer discípulos, de “todas as nações”, que observarão os mandamentos de Cristo, e, para isto, é necessário “ensinar tudo o que Ele ordenou e ensinou”. O que podemos entender com “todas as nações” e “todas as coisas que Ele ordenou ou ensinou”? É clara a abrangência da visão cristocêntrica. Nenhuma barreira geográfica, alfandegária, cultural ou étnica deve barrar a realização da obra missionária, que dirá o comodismo, a timidez ou a omissão. O agrupamento estacionário, isto é, a igreja confinada às quatro paredes nunca foi a vontade de Deus (At 8.1-4). Por outro lado, o Senhor não quer unicamente o crescimento numérico sem fundamento bíblico. 

Texto extraído da “Bíblia Obreiro Aprovado”, editada pela CPAD.
Você pode:
    - fazer download desta lição* - 16kb

    * é necessário possuir programa de descompactação.



Caso não o tenha, faça o download





















DINÂMICA  


Recurso pedagógico 
Dinâmica do Desafio

Material: Caixa de bombom enrolada para presente
Procedimento: colocar uma música animada para tocar e vai passando no círculo uma caixa(
no tamanho de uma caixa de sapato, explica-se para os participantes que é apenas
uma brincadeira e que dentro da caixa tem uma ordem a ser feita por quem ficar com ela
quando a música parar. A pessoa que vai dar o comando deve estar de costas para não ver
quem está a caixa ao parar a música, daí o coordenador faz um pequeno suspense, com
perguntas do tipo: tá preparado? você vai ter que pagar o mico viu, seja lá qual for a ordem
você vai ter que obedecer, quer abrir? ou vamos continuar? Inicia a música novamente e
passa novamente a caixa se aquele topar em não abrir, podendo-se fazer isso por algumas
vezes e pela última vez avisa que agora é para valer quem pegar agora vai ter que abrir,
Ok? Esta é a última vez, e quando o felizardo o fizer terá a feliz surpresa e encontrará um
chocolate sonho de valsa com a ordem 'coma o chcolate'.
Objetivos:essa dinâmica serve para nós percebermos o quanto temos medo de desafios,
pois observamos como as pessoas têm pressa de passar a caixa para o outro, mas que devemos ter coragem e enfrentar os desafios da vida, pois por mais difícil que seja o desafio,
no final podemos ter uma feliz surpresa/vitória.





Maria Santos de Oliveira









      
















sábado, 16 de junho de 2012

LIÇÃO 12


 EU SOU UM MISSIONARIO
  

Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a:
Compreender a importância de testemunhar de Jesus, de levar as Boas Novas a todos, que Jesus salva.


Para refletir
“Depois disso, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então, disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim.” (Is 6.8 – ARC).

“Envia-me a mim”– a prontidão do profeta Isaias em se oferecer à Obra Missionária, sem hesitação, é um exemplo para todos nós.


Texto Bíblico: Mc 16.15-20.

Introdução
As Boas Novas do Evangelho foram deixadas na terra por Jesus, para toda a raça humana. Por isso, devemos ir por todo mundo, e não apenas para algumas regiões. O Ide é imperativo e não opcional. Este é o nosso chamado como corpo de Cristo, é a nossa responsabilidade: ir e pregar o evangelho.


Ser discípulo de Jesus
“Então, disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz e siga-me; porque aquele que quiser salvar a sua vida {ou alma} perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim achá-la-á. Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? {ou vida} Ou que dará o homem em recompensa da sua alma? Porque o Filho do Homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos; e, então, dará a cada um segundo as suas obras.” (Mateus 16:24-27).
A fala de Jesus neste texto é inconfundivelmente clara, dispensa comentários. Não é possível haver dúvida sobre a Sua exigência feita àquele que quer ser seu discípulo.
Multidões O seguiam, porem poucos, verdadeiramente eram seus discípulos. Isto, ainda é uma triste realidade nos dias atuais. Mas, qual a razão disto? É preciso fazer esta consideração, porque a alma é por demais preciosa para estarmos enganados a este respeito. Nós não podemos ter qualquer sombra de dúvida, sobre sua declaração. Ele disse que para ser Seu discípulo, é preciso:

1. Negar a si mesmo
O que é negar a mim mesmo? Que significa isto? Bem, nesse aspecto está em jogo as minhas preferências, a minha vontade em relação à de Deus. O apóstolo Paulo pôde declarar “Não mais vivo eu, mas Cristo vive em mim.” (Gl 2.20.)

Você consegue reconhecer quando está pensando somente em si mesmo, quando está tendo um excessivo cuidado pessoal. Quando isto ocorre, eu vivo na autodefesa, sou por demais sensível e melindroso, especialmente quando sou corrigido, estou sempre sendo “ferido” e “magoado”. Isto também é detectado quando percebo o desejo de querer ser reconhecido pelas pessoas, ser notado na forma como me visto, como falo bem, como canto, como sou inteligente, como sou superior aos demais.

Também, quando analiso meus momentos de infelicidade, tensão, irritabilidade, mau gênio e as coisas que disse, mas agora me envergonho. Vou perceber que tudo isto está ligado ao meu “eu”. Quando sou insultado, eu retalio, e ainda uso a desculpa; “Ah! Mas fulano me provocou, ele me fez isto e aquilo”. É verdade, ele também agiu assim por causa do seu “eu”, e você se ressentiu por causa do seu “eu”. É uma disputa de “eus”.

Isto quer dizer que sou eu quem está no comando do coração. E isto me separa do Senhor. Estando separado Dele, vivo infeliz. Em comunhão com Ele, sou feliz, independente das circunstâncias ao meu redor. Nada me abala.

Então, você tem se sentido infeliz? Não será porque está olhando e pensando somente em si mesmo? Lembre-se: Enquanto você for o dono do seu nariz, não será discípulo de Cristo. Ele quer estar no comando do seu coração. Então, responda a pergunta que vai te esclarecer se és ou não um discípulo de Jesus: quem é o dono e está no controle do seu coração?

Por que você acha que Jesus veio ao mundo? Certamente que não foi somente para nos libertar de satanás, mas também de nós mesmos. Libertar de nosso orgulho, do nosso “eu”, conforme (2 Coríntios 5.14-15). O orgulho, o egoísmo, fatalmente nos condenará ao fracasso. É preciso negar a si mesmo. É preciso colocar o meu eu no Eu de Deus. A conseqüência de negar o meu “eu”, é que assim vou poder;

2. Carregar a minha cruz
A cruz era o instrumento que os romanos empregavam para executar os piores criminosos, e por isto tornou-se símbolo de sofrimento e vergonha. Seguir a Jesus pode significar perder muitas coisas. Pode significar sofrer por causa Dele. Pode significar ser repudiado, rejeitado como Ele foi. Pode significar perseguição, desprezo, zombaria.

É por isto que primeiramente eu preciso negar-me, caso contrário jamais poderei carregar a minha cruz, e conseqüentemente, jamais serei um discípulo de Cristo. Poderei admirá-Lo, até segui-Lo...de longe é claro, mas, nunca ser verdadeiramente um discípulo Seu. E é isto exatamente o que Ele quer. Homens e mulheres que estejam dispostos a obedecer e fazer a Sua vontade incondicionalmente, mesmo que o preço seja a própria vida.

E você, é discípulo de Jesus? Quer ser discípulo de Jesus? Você está disposto a sacrificar Jesus, ou está disposto a sacrificar-se e entregar-se por Ele?O que perde a vida por amor de Cristo, ganha a vida eterna. Vale a pena ser mero seguidor e apreciador?
Se for discípulo cumpre o IDE – esse é o motivo da Igreja estar aqui... anunciar as Boas Novas da Salvação.

Vivendo como Discípulo
Deus te fez mais que vencedor e um dos desejos de Deus para a sua vida é que você vença todos os seus desafios. Ele quer que você ultrapasse os limites e que supere os conflitos.
A estratégia do diabo, sempre será paralisar o líder. Se você peca, você fica onde o diabo quer. Quando você faz algo de errado procura sempre se esconder, e todo indivíduo que faz coisas erradas, sempre se esconde dos outros.

Em Gênesis 3:8 Adão se escondeu de Deus em meio ao jardim, por que sentiu medo. O fruto de algo escondido traz conseqüências mais tarde. Sempre digo para os meus alunos: se você é fiel a Deus em oculto, Ele te honrará em público, mas se pecar e deixar em oculto o pecado, muito cuidado com o que pode acontecer, você pode acabar sendo humilhado diante de todos.

O adolescente vive a fase da descoberta que é um período onde ele acha que vai encontrar seu par ideal e muitas vezes procura um namoro escondido dos seus pais, do Pastor, o que pode trazer conseqüências desagradáveis. Quem vive escondido, vive em trevas, e Deus não quer que você seja trevas, afinal Ele lhe fez para ser luz. Seja luz, esteja aceso, por que somente o pecado pode lhe apagar.
 
O pecado lhe tira de circulação e esse é alvo do diabo: tirar você de circulação, porque você é uma ameaça para ele. O inferno é insistente em seus objetivos. Ele só descansa quando alcança seus objetivos. Como vencer os seus desafios de adolescente:

1 - Vencendo a ansiedade e nutrindo a santidade.
A ansiedade (2 Pe 5.7 Fl 4.6-7) tem sido uma das armas do inimigo para gerar conflitos na adolescência. Porem a santidade o leva ao êxito em tudo. Ansiedade por namoro, noivado ou casamento, pode lhe levar a perder tudo o que Deus tem planejado para sua vida. Muitos adolescentes por não quererem ficar sozinhos, ficam passando de mão em mão em um tremendo conflito. A ansiedade em qualquer situação leva o homem a inquietação trazendo perturbação de espírito, o que leva o individuo a tomar decisões erradas, como por exemplo um casamento precipitado.

Vemos em 2 Samuel 21.15-22, que Gobe era terra de gigantes, uma terra de conflitos. Ap. Renê, no seu livro Derrubando os Gigantes, dá muita ênfase a estes gigantes, que são resultados da junção do santo com o profano (Gn 7.14-16).

Talvez você se pergunte: como um gigante pode ser gerado na adolescência? No namoro com alguém que não tem aliança com Deus. Você não pode emprestar o seu coração para ser terra de conflitos, senão você erra o alvo. Seu alvo é ser um líder adestrado para destruir gigantes. Davi tinha homens adestrados somente para derrubar gigantes e o maior gigante a ser derrubado é aquele que é alimentado na alma. Seu desejo indomado pelo pecado pode se tornar um gigante em sua vida, porém para destruir um gigante tem que ser uma valente de Deus. Você é o valente de Deus que destruirá os gigantes.

Nossa alma alimenta comportamentos errados e isto gera confusão. A intenção do diabo é lhe colocar em cadeias.

2 - Nutrindo a sua alma das verdades de Deus
Às vezes um gigante chamado: pornografia, sensualidade, namoro ilícito, mentiras, mágoas, rancor, timidez e o medo, podem ser os gigantes que você tem alimentado em sua alma. Uma alma pode ser carnal ou espiritual, uma questiona e outra obedece. A vontade de Deus é que você vença os seus limites, por que afinal, Ele te chamou para conquistas ilimitadas, e para ser Sua testemunha.

Para isso devemos ser separados para uso de Deus, por essa razão é imprescindível para os discípulos de Jesus, que desejam cumprir a Missão de Anuncia-LO ao mundo que viva em Santidade

Quando mencionamos a palavra santidade, muitas vezes o que nos vêm a mente, é algo muito difícil, que não conseguiremos nunca e achamos que só aqueles mais certinhos – quietinhos, calados ou que se vestem de modo santo - é que conseguem viver assim. Realmente, esta é a idéia que muitas pessoas têm de santidade, algo visto, contemplado exteriormente; porém a santidade começa no coração.
Entendendo a santificação:
Santificação é uma obra progressiva da parte de Deus e do homem que nos torna cada vez mais livres mais do pecado e semelhantes a Cristo em nossa vida presente. Por exemplo: quando uma pessoa que falava mentira se arrepende, nessa área ela cresceu, conseqüentemente está sendo mais semelhante a Cristo. Uma vez que nascemos de novo não podemos continuar pecando como um hábito ou como um padrão de vida (1 Jo 3:9).
A santificação é um alvo de modo cristão, a partir do momento que a pessoa aceita a Cristo (1 Pe 1:16), o seu desejo é ser como seu mestre; Cristo é nosso referencial de vida. Através do exemplo, e das palavras, podemos ver que conseguimos vencer cada obstáculo que vem sobre as nossas vidas.
A Bíblia diz em Rm 6:11, 14, que “o pecado não terá domínio sobre nós”, portanto não somos mais escravos do pecado, isto significa que nós cristãos por meio do auxilio do poder do Espírito Santo, temos poder para superar as tentações e seduções do pecado.
A santidade é um processo na vida do cristão. Paulo diz, que por toda a nossa vida cristã, estaremos sendo aperfeiçoados. “Todos nós.. somos transformados de glória em glória, na sua própria imagem”.(2 Co 3:18). Gradualmente nos tornamos cada vez mais semelhantes a Cristo, conforme avançamos na vida cristã.
 Muitos adolescentes quando voltam de algum evento da Igreja (encontro, culto, congresso), acham que tudo vai mudar de um dia para o outro. Isso não é verdade, apesar dessa motivação ser natural, o adolescente deve procurar um líder para orientá-lo, a partir do momento que esse decidiu mudar, fazendo assim ficará mais fácil lidar com as tentações que viram no decorrer dos dias.
Motivos para a obediência a Deus na vida cristã:
1- O desejo de agradecer a Deus e de expressar nosso amor por ele. (Jo 14:15).
2- A necessidade de manter uma consciência limpa diante de Deus.
3- O desejo de ser um “utensílio” para honra e glória de Deus. (2 Tm 2:20-21)
4- Desejo de ver as incrédulos vindo a Cristo por terem observado nossa vida (1 Pe3:1-2)
5- O desejo de receber as bênçãos atuais de Deus sobre nossa vida e ministério.
6- Desejo de evitar desprezar a disciplina de Deus sobre nós.
7- Anseio por andar mais próximo de Deus (Mt 5:8).
8- Anseio de fazer o que Deus ordena, simplesmente porque Seus mandamentos são corretos.


Conclusão
Ser discípulo de Jesus significa estar junto do Mestre, andar com o Mestre, caminhar com o Mestre, escutar, ver e perceber o procedimento do Mestre. Os apóstolos puderam fazer isso, e nós também podemos através das Escrituras, dos Evangelhos principalmente, e as referências das cartas,  e com isso cumprirmos nosso alvo como Igreja de Cristo – ser um MISSIONÁRIO - onde for, onde pudermos... anunciarmos as verdade Daquele que nos chamou.

Fonte-portal a Escola Dominical.