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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

LIÇÃO 4


4º Trim. 2011 - ADOLESCENTES – CPAD - Lição 4: Nosso Adversário e suas Armas
ADOLESCENTES – CPAD
4º Trimestre 2011
Tema: O atleta cristão
Comentarista: Silas Daniel
LIÇÃO 4 – NOSSO ADVERSÁRIO E SUAS ARMAS
Ao Mestre
 Amado (a) é imprescindível que se tenha um plano de aula, isso te auxiliara no desenvolvimento e aplicação da Lição:
Como fazer um Plano de aula!
Vamos por etapas:
É comum professores cometerem um grave erro ao montarem um Plano de aula: fazê-lo para si próprio. O Plano de aula deve ser feito para o aluno! Lembrando que o centro de um Plano de aula é, sem dúvida, o aluno! È como ele vai aprender e como vai receber o que você está propondo.
É preciso fazer com que o aluno estude para aprender e você só conseguirá isto se fizer um Plano de aula, onde ele (o aluno) é o “tema central”.
Mas o que eu, como professor (a), penso não conta?
É claro que sim, pois nós, educadores, somos os responsáveis por propiciar situações em que o aluno se aproprie do conhecimento. Lembre-se: o aluno não é um ser que não sabe nada e vai à escola para aprender tudo com o professor, que é o detentor do saber.
Agora que já “sabe” que o tema central do Plano de aula deve ser o aluno, você deve preocupar-se em criar situações interessantes para sua aula.
Como são seus alunos?
Do que mais gostam?
Evite pensar: “Como vou ensinar isto à turma?” e pense: “Como meus alunos irão aprender isto?”. O processo de ensino-aprendizagem é uma troca gostosa: você aprende com seus alunos e eles com você, pois cada criança já chega à escola com conhecimentos diversos.
Os alunos não são todos iguais, logo não aprendem da mesma forma. O educador deve conhecer e respeitar seu aluno. Respeitar seus limites, suas dificuldades, sua opinião...
 Agora vamos para a prática!
 Primeiro– TEMA GERADOR: Sua aula será sobre o quê?
 Segundo– OBJETIVO:  O que seu aluno deve FAZER, SABER e SER?
  • FAZER – o que seu aluno vai fazer durante a aula? Pintar? Escrever? Recortar? Colar?
  • SABER – a atividade que seu aluno desenvolveu o levou a saber o quê? O que ele “aprendeu”?
  • SER – a atividade que seu aluno fez o levou a se apropriar de um conhecimento, certo? Como este conhecimento acrescentará nele (o aluno) como pessoa, cidadão, como servo de Deus?
Terceiro– PROCEDIMENTOS: como será desenvolvida a sua aula. Como proceder para que o aluno FAÇA, SAIBA  e SEJA?!
Quarto – AVALIAÇÃO: como você avaliará seu aluno? (Não fique sentado durante o desenvolvimento das atividades, circule pela sala de aula observando-os e tirando, possíveis, dúvidas. Elogie, estimule, avalie!). 
Algumas idéias!
ü  Monte um Plano de aula em que o aluno participe. Promova debates, ouça-os e faça com que ouçam a você
ü  Não crie situações complicadas demais, ofereça desafios pertinentes à idade de seu aluno. Fale de situações que lhe sejam familiares. A partir daí conduza a aula de acordo com o TEMA GERADOR e vá inserindo os conteúdos propostos...
ü  Leia bastante. É importante que você domine o assunto que está “propondo” à turma...     
Deus vos abençoe.
Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a:
Reconhecer os inimigos da Equipe de Cristo, conscientizando-se que o Senhor nos capacita com armas espirituais, para vencermos.
Para refletir
“Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo.”(Ef 6.11 – ARC).
Não lutamos contra a carne e o sangue, mas contra as forças demoníacas organizadas numa hierarquia que domina a humanidade e o mundo (Rm 8.19-23,38). O príncipe destes poderes demoníacos é Satanás (Ef 2.2), que controla todas as camadas na rebelião contra a Suprema Autoridade de Deus (cf. 2 Co 4.4; Jo 12.3). Somente mediante o Sacrifício de Cristo, que venceu essas forças malignas na cruz, é que seremos vitoriosos (Ef 6.13).
Texto Bíblico em estudo: 1 Jo 2.14-17.
Introdução
A sociedade incrédula e rebelde sob a orientação de satanás, despreza os crentes e seu Senhor (Jo 15.18-24). Os cristãos amam devem amar o seu próximo como Deus nos ama (Jo 3.16), mas não seus costumes:
  • Nos apetites desordenados
  • No materialismo avarento e transitório
  • No orgulho da vida sem Deus
São três, os inimigos do cristão: satanás (v. 14), o mundo (vv. 15-17) e a carne (v. 16; cf. Lc 4.3-13).
O diabo
“Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações!
E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, e, acima das estrelas de Deus, exaltarei o meu trono, e, no monte da congregação, me assentarei, da banda dos lados do Norte.  Subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo E, contudo, levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo.” (Is 14.12-15 – ARC)

Nessas linhas, Isaías resume a história da rebelião de Lúcifer, ‘filho da aurora’, e de sua queda, que deu origem ao conflito entre os anjos que eram fiéis a Deus e aqueles que se aliaram ao rebelde. É um mito que fascinou poetas como Dante e Byron.
Quando ocorreu essa divisão? Deve ter sido antes de Deus ter posto Adão e Eva no jardim de Éden, pois quando eles chegaram o ‘tentador’ já estava lá, alerta e pronto para agir. Por outro lado, porém, depois de ter completado a criação e antes de descansar no sétimo dia, Deus viu que tudo que tinha criado ‘era bom’. Isso significa que a rebelião ainda não tinha ocorrido.
A Bíblia não tem nenhum relato detalhado dessa rebelião contra Deus, embora encontremos breves referências no Antigo e no Novo Testamento, em particular, como vimos, em Isaías. No Apocalipse de João, afirma-se que Lúcifer conquistou um terço das estrelas do céu: “apareceu no céu outro sinal: e eis um grande dragão cor de fogo, com sete cabeças e dez chifres e sobre as cabeças sete coroas. A cauda varreu do céu a terça parte das estrelas e os precipitou sobre a terra (...)” (Ap 12.3-4).
Lúcifer, ‘o portador de luz’, foi o mais perfeito, o mais esplendoroso dos anjos que Deus criou para Sua glória. Mas não conseguiu continuar a desempenhar esse papel, e desejou governar os céus no lugar de Deus, ser a autoridade suprema. Cometeu o pecado do orgulho e tentou se apropriar daquilo que não lhe pertencia.
Se analisarmos bem, veremos que esse é o mesmo motivo de luta entre os próprios seres humanos. O conflito que se iniciou no céu prossegue na terra e envolve a todos, entra dia, sai dia. É o poder do bem contra o do mal, e tem tido lugar desde o princípio dos tempos — até hoje, exceto pela promessa que temos de que os poderes do mal não triunfarão
Satanás é uma criatura de Deus, tal como o homem, embora dotado de poderes e de uma natureza muito superiores. Mais precisamente é um anjo decaído.
Mesmo os anjos, antes de poderem desfrutar da eterna beatitude, foram postos à prova. E uma boa parte deles se rebelou, embora não tenham tido — como os humanos — a possibilidade de redenção, pois estavam plenamente conscientes de sua condição e da posição da divindade. Desde aquele momento fala-se em demônios e inferno.
Enquanto os anjos usam seu poder com prop6sitos positivos, os demônios os usam com fins maléficos e perversos, pois estão cheios de 6dio por Deus e pelos seres humanos.
Quero trazer a memória que se o inimigo foi tão ousado a ponto de atacar o próprio Jesus, até mesmo citando partes da Palavra para tentar confundi-Lo, imagine se este mesmo inimigo não se utilizaria desta mesma tática contra os filhos de Deus ?! Porém, Jesus o venceu pela Palavra.
“Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus"(Ef 6.17).
Jesus deixou registrado que Sua Palavra a única arma capaz de colocar por terra os assaltos do inimigo em nossas vidas e disto ele treme e estremece.
O inimigo não se assusta quando vê alguém se lamentar, chorar, fazer longas orações que não trazem conteúdo, mas ele bate em retirada quando alguém se utiliza do poder da Palavra para se lhe opor – porem, ela só tem poder em nossa vida,  quando vivemos o que nela está escrito
 A carne
A Carne é nossa natureza pecaminosa. Natureza pecaminosa é a capacidade e inclinação humana para fazer tudo aquilo que nos torna reprováveis aos olhos de Deus.
Por isso é tão fácil pecar. Só o poder de Deus pode transformar a nossa natureza pecaminosa.
Se olharmos para o espelho da nossa alma, poderemos ver alguns sentimentos que estão ali guardados, como a inveja, a amargura, o egoísmo, a vaidade, a angustia. Podemos ver os defeitos, mas isso não nos desqualifica com Deus.
Porque ao aceitarmos a Jesus, DEUS nos vê através de Cristo Jesus.
Deus nos vê em Cristo e vê a perfeição de Cristo em nós. Deus nos enxerga santos em Jesus Cristo.
Legalmente isso já aconteceu em Cristo Jesus ali na cruz. E o meu caminhar com Deus vai trazer o que Ele fez ao meu viver. Eu preciso trazer para o meu dia-a-dia o que Ele já fez por mim. Seremos segundo o modelo que Deus estabeleceu para que fossemos.
Ainda não somos, mas quando Cristo se manifesta em nós, somos transformados segundo o Seu querer. Não podemos nos acomodar, porque precisamos manifestar a Glória de Deus.
Há uma diferença em pecado e pecados.
Pecado é a natureza pecaminosa que trava uma batalha no interior.
Pecados são os atos pecaminosos, o velho homem.
Pecados são os frutos de pecado (natureza) em nós.
Ser  escravo da natureza pecaminosa é estar preso ao que o pecado determina.
Necessitamos nos conservar em santidade.
Só se vence o pecado estando em Cristo Jesus, só matamos o velho homem nos inclinando para Cristo e recebendo em nosso viver o que Ele já nos fez na cruz.
Podemos mortificar os feitos do pecado vivendo em Espírito. Leia em Romanos 8:1 a 14.
Somos responsáveis em retirar de nós essa natureza pecaminosa. É obrigação nossa. A verdade, justiça e a retidão geram em nós o novo homem.
“(...) .despojeis do velho homem que se corrompe pelas concupiscências do engano,... e vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade”. (Ef 4.22-24).
Tirar as vestes velhas do pecado e nos vestir de santidade nos modelos de Deus.
Quais são essas vestes velhas? Estão nos versos 25 a 31 de Efésios 4, são eles:
Mentira – ira manifestada em ações – roubar (de todas as maneiras) – palavra torpe – e tudo o que entristece o Espírito Santo (Amargura, ira, cólera e gritaria, blasfêmia e toda malícia).
A pior mentira é aquela que contamos para nós mesmos, quando não reconhecemos os erros e nos reacusamos em corrigi-los. A mentira é o oposto da verdade. A nossa aliança com o Senhor nos faz viver em verdade. Ira no coração por muito tempo se transforma em amargura e acaba nos afastando da vontade de Deus.
Homens e mulheres que não se corrompem, não são levados ao pecado através do mau uso da internet, do mau uso da televisão, que não dão lugar ao diabo no namoro, mas se mantém santos, são guiados pelo Espírito Santo e tem a Palavra de Deus no seu viver, falar e agir.
Esses são selados no Espírito Santo. Isso é ser consagrado, separado para Deus.
Estes andam com Deus.
 O mundo
"Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como também eu não sou. Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade."(Jo 17.15 - 17).

Não é nada fácil viver neste mundo. O cristão sofre angústias, tribulações, problemas financeiros, doenças, miséria, fome, desemprego etc. Tudo que o mundo sofre. Qual será o propósito de Jesus para seus seguidores neste mundo, já que ele pede abertamente ao Pai no texto citado, que não nos tire do mundo? Parece contraditório, entretanto, é exatamente este o propósito.
O cristão precisa ser sal "Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens." (Mt 5.13) e precisa ser luz: "Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa." (Mt 5.14,15), a interferência do cristão precisa ser no mundo a fim de "restaurar o sabor" a fim de "alumiar a todos".
Durante muitos séculos o homem sofreu muito com interpretações errôneas, equivocadas e até extremas desta realidade e como sabemos, tentou viver isolado para assim servir a Deus de maneira "santa". Isolaram-se em mosteiros, conventos e ordens religiosas, tendo como única finalidade estudar a Bíblia e orar. Que fracasso, que frustração descobrir o que Jesus disse e está registrado à nossa disposição nos evangelhos: "vocês têm que estar no mundo a fim de restaurar-lhe o sabor", "vocês vão ter que se expor a fim de alumiar a todos".
Como é difícil estar inserido neste mundo e fazendo diferença no trabalho, na escola, na vizinhança, na rua, nas férias, nas viagens. Não podemos nos enclausurar em "mosteiros", em "igrejas", somente com amigos cristãos. Precisamos "restaurar o sabor de nossos amigos no trabalho, na escola, na vizinhança, na rua, durante nossos momentos de lazer" é assim que tem que ser.
A principal missão da Igreja de Cristo no mundo é evangelizar, promovendo a conversão dos descrentes pelo exemplo de nossa própria vida transformada. O amor ao próximo deve levar o cristão à prática de obras de misericórdia em favor de todas as pessoas, tanto crentes como descrentes. E sem dúvida o mais difícil: os cristãos são chamados a cumprir sua "missão cultural", que Deus lhes deu na criação (Gn 1.28-30 e Sl 8.6-8). A humanidade foi criada para administrar o mundo de Deus.
Como tem sido nossa interferência neste mundo de Deus. Lembre-se: os Cristãos devem envolver-se em todas as formas de atividades humanas lícitas e agir de acordo com os valores cristãos, tornando-se sal e luz (mostrar o caminho),  dessa maneira, poderemos transformar as  trevas ao nosso redor.
Conclusão
Não obstante, nós como cidadãos do céu, convocados e alistados pelo Espírito Santo, nos tornamos atletas de Cristo, incorporados, para servir aos anseios da pátria celestial. Diante disto, devemos ter a mesma percepção de um atleta secular. Se eles que enfrentam provas que vêem necessitam de tanto treinamento; nós muito mais; pois, não tendo que lutar contra carne ou sangue, devemos exercitar diariamente, o amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e o domínio próprio ( Gl 5.22); ou seja, a santificação. E, continuamente em oração e súplica, permanecer vigiando e perseverando em tudo isto; sempre revestido das armaduras de Deus - O cinturão da verdade, a couraça da justiça, o sapato do evangelho da paz, o escudo da fé, o capacete da salvação, e a espada do Espírito ( Ef 6. 10-18); submentendo-se as autoridades eclesiásticas e as normas estabelecidas por Deus, mediante Sua Palavra revelada, para que possamos vencer o dia mal e permanecer firme até o dia da nossa redenção.
Fonte: Portal Escola Dominical  –  Profª. Jaciara da Silva.


domingo, 9 de outubro de 2011

Importante também para professores


Congresso Brasileiro de Pediatria

Adolescência: 

um manual para os pais

Pela primeira vez, a Sociedade Brasileira 

de Pediatria lança um guia sobre adolescência 

voltado para os pais. Livro traz valiosas 

instruções sobre temas controversos como 

sexualidade e drogas, e dicas práticas de saúde

Natalia Cuminale
Sexualidade e abuso de drogas são temas tratados no novo livro para pais de adolescentes lançado pela Sociedade Brasileira de Pediatria
Sexualidade e abuso de drogas são temas tratados no novo livro para pais de adolescentes lançado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (ThinkStock)
Pais de primeira viagem têm 
à sua disposição dezenas de guias
 para ajudá-los nas decisões que 
vão repercutir diretamente na saúde e no desenvolvimento de seus bebês
 – desde qual a hora certa de mamar 
até quando tirar as fraldas. 
O que fazer, no entanto, quando eles 
entram na difícil fase da adolescência?
Na série Filhos – Adolescentes 
de 10 a 20 anos de idade
(Editora Manole, 126 pág, 69 reais) 
da Sociedade Brasileira de Pediatria,
 é possível encontrar orientações 
respaldadas por nove especialistas, entre pediatras, dentistas e psiquiatras, 
para temas como sexualidade e drogas, 
além de dicas práticas de saúde: 
o que fazer durante a fase do estirão, quais vacinas seu filho deve tomar e como evitar o sobrepeso e a obesidade,
 cada vez mais frequentes nessa 
faixa etária. O livro será 
lançado neste domingo (dia 9), 
durante o Congresso Brasileiro 
de Pediatria, em Salvador.
"É um livro importante porque
 a adolescência abrange a fase 
de transição entre a infância e 
a maturidade. É um período de mudanças
 corporais fundamentais, de conflito e insegurança. Por isso, 
é preciso que os pais estejam 
bem-informados para ajudar seus filhos", 
diz Fabio Ancona Lopez, organizador da série Filhos, que já lançou dois volumes — 
um dedicado aos bebês e 
o segundo às crianças entre
 dois e dez anos. O livro 
explica, por exemplo, que 
os cuidados de saúde não 
param na adolescência: jovens devem 
ser levados trimestralmente ao pediatra 
durante o estirão do crescimento, 
que dura cerca de dois anos. No pico de crescimento durante a puberdade, 
um adolescente pode crescer de 10 até 14 centímetros. Com isso cresce a 
necessidade de nutrientes e de 
outros cuidados com o corpo — incluindo a vacinação.

Biblioteca

Filhos - Adolescentes de 10 a 20 anos de idade
capa do livro Filhos, da Sociedade Brasileira de Pediatria
Com 126 páginas, o livro tem 13 capítulos, com linguagem simples e organização didática. Ao ler, os pais encontram boxes com texto direto e “especialmente elaborado como se você estivesse no consultório tendo uma conversa com o pediatra”, explica a publicação. Além disso, possui ícones para a visualização rápida com chamadas de “atenção”, “o que você deve fazer/saber”, “o que observar” e “quando consultar o pediatra”.
Ao mesmo tempo 
em que ocorre o
 aumento de estatura,
 há também o desenvolvimento psicológico, marcado
 por ritos de passagem. Nessa fase, a opinião dos amigos vale mais 
que a dos pais; em um momento a vida é perfeita, no outro, 
uma droga; o amor e o ódio pelos pais 
também fazem parte da rotina dos adolescentes que, segundo o 
Estatuto da Criança e do Adolescente, ocorre em jovens com idades entre 12 e 18 anos. "Os pais desorientados costumam achar que há algo 
errado ou patológico no comportamento de seus filhos. O que geralmente não acontece", diz Paulo Cesar Pinho Ribeiro, um dos autores do livro, pediatra especialista em medicina da adolescência.




O convívio em grupo se torna 
mais comum e assim eles se sentem 
mais seguros para agir. É o momento 
da busca pela independência e 
liberdade 
para a vida adulta. "É um período 
extremamente crítico, em que os 
jovens podem entrar em situações 
de risco se não forem bem orientados",
 diz Lopez. Nessa hora é que comportamentos
 como o uso de álcool, abuso de drogas 
ilícitas ou dirigir em alta velocidade 
ocorrem, segundo o livro. "Uma característica 
do jovem é a onipotência. Eles se acham acima
 de qualquer perigo", afirma Lopez. 
(continue a ler a reportagem)

Sexualidade — A publicação ainda 
direciona um capítulo para tratar 
exclusivamente do tema sexualidade,
 com os métodos contraceptivos 
existentes, explica quando visitar
 o ginecologista pela primeira vez, 
como tratar do tema sexo e ainda 
desmistifica a masturbação. "Hoje,
 os jovens têm iniciado a atividade
 sexual em média, aos 15 anos de idade.
 É importante conversar sobre isso com 
eles", explica Ribeiro. O livro também
 afirma que o pediatra deve esclarecer
 todas as dúvidas dos adolescentes, 
garantindo a privacidade e a 
confidencialidade deles. Até mesmo 
o interesse pelo mesmo sexo é tratado
 pelo guia, que diz que nem toda relação homossexual na adolescência pressupõe homossexualidade na idade adulta. 
"Em caso de adolescentes homossexuais,
 tanto os pais como os profissionais 
de saúde devem adotar uma postura de
 acolhimento, respeito e atenção, e
 isenta de discriminação", afirma a
 publicação.
Entre os temas abordados, estão as
 faixas etárias ideais para a prática
 de atividades físicas, como deve ser
 a nutrição do adolescente que pratica
 esportes e quais riscos estão envolvidos
 na atividade incorreta. Por causa do 
desejo dos jovens de terem um corpo 
atlético em pouco tempo, o uso de 
anabolizantes recebe atenção especial
 nesse capítulo esportivo. Segundo os
 autores, depois das chamadas drogas
 ilícitas (maconha, crack e outras) 
 e das lícitas (álcool e cigarro), 
os esteroides passam a preocupar os
 profissionais de saúde. Eles podem
 causar variação de humor, agressividade, tremores, aumento de peso, alterações no
 exame de sangue entre outros inúmeros
 problemas.
Nesse período, os pais vão ouvir 
reclamações sobre o aparecimento de cravos,
 verão seus filhos emburrados por não
 poderem ir a uma festa por causa de 
uma prova da escola, darão dicas nos
 momentos de altos e baixos vividos 
por seus ex-bebês. Mais do que isso,
 terão que conviver com o fato de que
 seus filhos estão crescendo.

Levantar a autoestima do jovem

É importante que os pais salientem as características positivas e que trabalhem as negativas
http//veja.abril.com.br/noticia/saude/adolescencia-um-manual-para-os-pais

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Os Adolescentes e as Drogas


DROGAS TO FORA



Os adolescentes de hoje estão mais sujeitos ao contato com as drogas. Ambiente, companhias erradas, tudo favorece o contato e as primeiras experiências com as drogas. A isso, acrescente-se a freqüente ausência dos pais, que cria condições favoráveis para que os filhos adolescentes se sintam livres para aventuras deste tipo, sem pensar muito nas conseqüências.
Nesta fase da vida, eles afirmam sua personalidade: novas descobertas, novo corpo, explosões de emoção e temperamento contribuem para o surgimento de novos e difíceis problemas.


Da própria sociedade, em rápida mudança, chega uma série de cobranças e de apelos de consumo: como se mover, vestir e até mesmo como não ser tão “careta”. E o coitado do adolescente, ainda inexperiente, só pode ficar na maior das confusões!



ELES PRECISAM DE AJUDA


O que queremos é que os adolescentes conheçam os riscos que os esperam, entre eles a horrível possibilidade de experimentarem a droga e de entrarem na turma dos dependentes. Os adolescentes precisam de alguém que os ame de verdade, independentemente de suas indecisões e estranhezas.


Graças a Deus, nesta fase da vida eles podem descobrir Jesus como alguém que os impressiona, o grande amigo de todas as horas, que não quer que ninguém se perca, desperdiçando a vida e, até, induzindo outros a isso.



QUE DROGA ESSA DROGA!



Mas, o que leva um adolescente a usar drogas?


As causas são muitas: a solidão, a falta de formação, as más companhias, as decepções, os desentendimentos com os pais e outros desconfortos de uma sociedade injusta e excludente. Nesta situação, as drogas podem se apresentar ao adolescente como a solução dos problemas que o aflige. É uma triste ilusão!

A doença, de fato, isola das pessoas, a não ser que precise delas para conseguir a droga. Transforma os usuários em pessoas hostis, egocêntricas e egoístas. Para não adoecer ou enlouquecer, chegam a sentir orgulho pelo seu comportamento às vezes ilegal e, quase sempre, extravagante e esquisito.



Para conseguir as drogas, eles mentem, roubam. O fracasso e o medo invadem sua vida e o espírito fica em pedaços.

Uma saída fácil. Eis o que eles querem e, não encontrando-a, algumas vezes pensam no suicídio. E, se não houver uma reviravolta radical, uma opção forte do interessado..., o uso de drogas acaba sempre subjugando o usuário.



DEPOIMENTO



Antes de se suicidar, Percy Partrick, dependente de drogas, endereçou uma carta emocionante alertando os jovens.

Se alguém lhe oferecer algum tóxico, demonstre ser mais homem do que eu fui. Não se deixe tentar, por nenhuma razão, e saiba responder com um “não”.

Talvez você encontre “amigos” que lhe ofereçam gratuitamente um pouco da coisa (droga) para depois, sucessivamente, fazer você pagar por ela. No princípio o preço é reduzido, mas quando perceberem que você se tornou viciado (dependente), aumentarão os preços. Não esqueça que a mesma pessoa que lhe vendeu a maconha, terá, em reserva para você, também a heroína.

E tudo isso, por quê? Não certamente pela sua felicidade, mas para obter dinheiro.

A droga pode oferecer momentos de felicidade, mas a cada um destes momentos corresponde um século de desespero que jamais poderá ser apagado. A droga destruiu todos os meus sonhos de amor, as minhas ambições e a minha vida no seio da família.



O QUE FAZER?



A dependência pode ser detida. Não há nada de vergonhoso em ser um dependente, desde que este tome consciência de sua situação, deixe de justificar seu comportamento, se preocupe com o seu bem-estar e comece a agir positivamente.

A recuperação é uma tarefa difícil e o tratamento médico é apenas uma parte desta recuperação. A participação dos pais e a união da família são os maiores fatores de combate ao tóxico, assim como a degradação da família é uma das causas do aumento do número de usuários.

A terapia ocupacional. Deve-se descobrir o que o dependente de drogas gosta de fazer (habilidades manuais, fotografia, dança, esportes...). Com estas ocupações surgirão em sua vida outros interesses e outras formas de realização que o ajudarão a recuperar a auto-estima perdida.


Desenvolver as forças interiores. São as qualidades positivas que todos nós possuímos, e que, no caso dos dependentes, ajudam na recuperação. Esse trabalho deve ser feito com acompanhamento de psicólogos e educadores.


A violência não recupera ninguém. Devemos evitar de rotular os dependentes de drogas com frases como: Uma vez viciado, sempre viciado. Contudo, a experiência mostra que quanto maior for o tempo do vício, mais difícil é a recuperação.

EDUCANDO PARA PREVENIR

A educação, bem planejada e assumida pela família e pelos órgãos competentes, é a melhor forma de combater o tóxico.

Bem educada, a pessoa se sente bem, em harmonia com o próprio corpo, com a mente e com o espírito, passando a viver bem com os outros e com o mundo em geral.

Sendo que a vida é o maior dom de Deus, estragar ou até acabar com a própria vida é a maior “bobeira” que uma pessoa pode fazer. Devemos amar e cuidar da vida contra todo tipo de drogas.

CONCLUSÃO

O adolescente, além de se preservar do uso das drogas, deve fazer algo para aqueles que já são escravos deste vício.


 Fonte:  JORNAL - MISSÃO JOVEM


sábado, 5 de fevereiro de 2011

COMPORTAMENTO



Fico a observar o comportamento de nossos adolescentes, e imaginado muitas vezes, que não há diferenças entre eles e os que não são da igreja.

O modo de se vestir, de falar, as gírias que usam no dia a dia, as músicas que escutam o tempo todo até dentro da igreja com seus foninhos...
Mas este fato não me incomoda se posso estar com eles “orientando-os”.
Não pegando no pé ou fazendo cobranças o tempo todo.

 Alguns adultos não sabem direcionar seu olhar para as necessidades do adolescente, pois normalmente ficam a dizer Estão com um pé lá fora e outro aqui dentro (igreja), e acabam infelizmente jogando-os de vez no mundo.
Pense e reflita redirecione de hoje em diante seu olhar com mais carinho para os nossos adolescentes, enquanto eles estão embaixo de seus olhos, você tem oportunidade de ajudá-los a se encontrarem.  

Adolescente saudável é adolescente feliz, isto depende muito dos adultos que os cercam.
Você pode até não concordar comigo; queridos! na busca de identidade tudo é possível, não esqueça disso.

Muitos pais ficam com o coração nas mãos, ai! Meu Deus! o que faço agora? Meu filho (a) mudou derrepente. Muita calma nessa hora e busque a Deus mesmo, peça sabedoria, autoridade dos céus não coloque os pés pelas mãos.
Escesso de amor, excesso de cuidado também pode prejudicar o futuro dos filhos como pessoas.

Ou derrepente você é desses pais que não valoriza o que seu filho (a) faz nada está correto se não for a sua maneira, me desculpe isto é egocentrismo, você é pessoa seu adolescente também é pessoa e o pior ainda em formação. Uma formação que vai depender do seu dia a dia com ele.

Adolescente é um ser indefeso que pensa que sabe tudo derrepente não sabe nada, têm seus sonhos, desejos precisam de mim e de você para sentirem seguros. Em muitos casos, que aos nossos olhos parecem perdidos, às vezes não precisa quase nada para encontrar a solução.

Apenas umas doses de carinho misturadas com um pouquinho de compreensão é a receita certa para colocar estes adolescentes de novo no caminho rumo ao céu.