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domingo, 14 de outubro de 2012

REFLEXÃO LINDAAA

POBRE FAMÍLIA RICA


Um menininho voltou para casa triste, depois de passar a tarde brincando na casa de um de seus amiguinhos, que era muito pobre. Aquela amizade preocupava os pais do garotinho de classe média, pois ele sempre havia tido tudo do melhor, e nunca tinha presenciado a falta de algo em casa, que fosse do mais necessário, ao mais supérfluo. Mesmo receosos com a diferença de realidade, eles permitiam que o filho se relacionasse com o amiguinho, pois viam que era uma amizade sincera e pura.
Mas naquela tarde, algo havia acontecido. O menininho se sentou no sofá da sala, e algumas lágrimas rolaram em sua face.
Os pais ficaram agitados, nervosos e preocupados. Com o olhar, o pai acusava a mãe por aquela situação, pois ele era relutante em permitir aquela amizade. Pensando as piores coisas, já estava quase a ponto de ir atrás dos pais do amiguinho do filho, para tirar satisfações e perguntar o que tinham feito para o seu filho voltar para casa chorando daquela forma.
A mãe pedia calma com um gesto, mas sentia medo de ouvir do menino que havia sido maltratado. Sentou-se ao lado do filho para consolá-lo e perguntar o que tinha acontecido.
Com a voz distorcida pelo choro, o menino contou: - É que ouvi a mãe do Henrique dizer que eles vão comer ovo frito no Natal.
Parecia que os pais tinham levado um banho de água fria. Ficaram mudos, parados, entreolhando-se, sentindo um nó na garganta.
Antes que pudessem pensar em algo para dizer ao filho, o menino emendou: - Poxa! Que sorte tem o Henrique em ser rico! Porque eles comem ovo frito quase todos os dias, e deve ser muito caro mesmo, porque nós quase nunca comemos ovo frito! E até no Natal eles vão comer ovo frito, e nós, não!
Que vergonha sentiam os pais. Tinham pensado tantas coisas ruins sobre a família do amiguinho de seu filho, quando eles é que estavam sendo ruins, limitados, e preconceituosos. Ficaram ali, encolhidos, desarmados, envergonhados, enquanto o menino chorava por aquele pensamento tão ingênuo. Mas o filho tinha razão. Não há preço que valha desfrutar do que mais se gosta de fazer, do que mais se gosta de comer, por mais simplório que pareça aos olhos dos outros.
Quão ricos eram que se fizeram tão pobres!

sábado, 13 de outubro de 2012

LIÇÃO 2



4º Trimestre 2012
Tema: Cartas que ensinam
Comentarista: Ciro Sanches Zibordi
  NÃO SEJA IGNORANTE!

Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a:
Conhecer os dons espirituais; buscar a Deus para obte-los.

Para refletir
“Acerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes.”(1 Co 12:1 – ARC).
Os dons espirituais, ainda que sejam diferentes uns dos outros, são todos úteis para que juntos possamos trabalhar para servir a Deus e uns aos outros. A Bíblia diz em Romanos 12:4-5 “Pois assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma função, assim nós, embora muitos, somos um só corpo em Cristo, e individualmente uns dos outros.”
Os dons espirituais vêm de Deus com um fim especial. A Bíblia diz em 1 Coríntios 12:4-6 “Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.”


Texto Bíblico: 1 Co. 12:4-11.

Introdução
Todas as pessoas que creram no Senhor Jesus, se arrependeram e foram batizadas, tem o Espírito Santo habitando no seu interior. Como resultado dessa habitação existem algumas conseqüências na vida do cristão. Deus não vem morar dentro de você para ficar quieto e inerte. Ele vai operar em você e através de você para crescimento e edificação.

Deus tem um supremo propósito de nos fazer semelhante ao seu filho Jesus. Semelhantes em caráter e em poder. E tudo que Ele produz em nós é através de seu Espírito.

O Espírito que habita em nós nos faz produzir o fruto do Espírito (para o caráter) e manifestar os dons do Espírito (para o poder). Deus é quem opera tudo em todos.

Da mesma forma que existem muitos enganos quanto ao batismo nas águas e batismo no Espírito Santo, também existem muitos enganos quanto aos dons do Espírito Santo.

Dons Espirituais
Os capítulos 12,13 e 14 de 1 Coríntios devem ser lidos como uma unidade, a respeito dosdons espirituais. O capítulo 12 fala do que não devemos ignorar, portanto, fala do que devemos saber. O capítulo 13 fala da motivação que devemos ter, ou seja, o que deve me mover. O capítulo 14 fala de como devemos agir, ou seja, de como devemos fazer.

Dons e Manifestações
É importante diferenciar as palavras Dons e Manifestações. A palavra dom traz em si mesma uma coisa muito importante: ninguém merece os dons, pois são presentes, dádivas de Deus, independe de nós.

A palavra manifestação acentua que os dons se tornam visíveis nos cristãos. Esta palavra também acentua que os dons não são nossos. Eles são manifestações do Espírito Santo, através de nós. Elas nos previnem de dois erros:
1) Orgulho; e 2) Estagnação.

Os dons podem ser agrupados da seguinte forma:
  1. Dons Inspiracionais (ou dons de falar):
  2. Línguas
  3. Interpretação de Línguas
  4. Profecia
  5. Dons de Poder (ou dons de fazer):
  6. Dons de curar
  7. Operação de milagres

  1. Dons de revelação (ou dons de saber):
  2. Discernimento de Espíritos
  3. Palavra de Sabedoria
  4. Palavra de Conhecimento

Características dos Dons
Línguas:
Existem dois modos de manifestar-se:
1) Para edificação pessoal (1 Co 14:2)
2) Para edificação da Igreja, acompanhada de interpretação (1 Co 12:10; 14:27-28).
O dom de línguas só tem uma direção: o homem falando para Deus.

Interpretação de Línguas
A primeira coisa que devemos entender é que interpretar não é traduzir; interpretar é dar o significado do que foi dito.
Se falar em línguas é falar a Deus, a interpretação sempre será no mesmo sentido.

Profecia
Elas existem para edificar, exortar e consolar o povo de Deus (1 Co 14:3).
A predição do futuro não é o conteúdo principal das profecias, é apenas um elemento ocasional.

Dons de curar
É a graça de Deus para curar sobrenaturalmente as enfermidades sem os meios naturais. Não estamos negando, com isto, a validade e a eficácia da medicina.
Porque fala dons de curar no plural? Porque os males são de muitos tipos.
  1. Imposição de mãos: Mc 6:5; Lc 4:40; 13:13; At 28:8.
  2. Unção com óleo: Tg 5:14; Mc 6:13.
  3. Confissão: Tg 5:15-16; Jo 5:14.

Operação de milagres
São acontecimentos que parecem ultrapassar ou contradizer as leis da natureza. Estas leis são o modo comum e normal de Deus de fazer as coisas. Deus conserva tudo assim para nossa conveniência (Mt 15:32; At 2:38-40).

Existe a fé natural e a sobrenatural. A fé sobrenatural tem três tipos:
  1. A fé que salva: Hb 11:6; At 16:31; Ef 2:8-9; Rm 10:17.
  2. A fé como fruto do Espírito Santo: Gl 5:22; Rm 1:17.
  3. A fé como dom do Espírito Santo: 1 Co 12:9.

Discernimento de Espíritos
Este dom nos capacita a saber imediatamente o que está motivando uma pessoa ou uma situação: Ex.: At 16:16; Jo 1:47; Mt 16:15-23; Lc 9:54.

Palavra de Sabedoria
É a aplicação sobrenatural do conhecimento. É saber o que fazer com o conhecimento natural ou sobrenatural que Deus te dá, ou seja, é um julgamento adequado para a ação. A palavra de conhecimento revela a informação, mas a palavra de sabedoria diz como aplicar a informação. Ex.: Mt 21:24; 22:20-22; Jo 8:7; Mc 3:4.

Palavra de Conhecimento
Através do conhecimento, Deus revela a informação de atos, situações e pensamentos. Ex.: Mt 9:4; 2 Sm 12:7-13; Jo 4:17-18,29; At 5:3; 9:11-12,17.

O que deve nos mover
O Capítulo 13 de 1 Coríntios está bem no meio de dois capítulos que falam sobre os dons espirituais, que falam de poder sobrenatural, que enche os olhos dos que vêem. Por que este capítulo está aqui? Não estaria em lugar errado? O que dom tem haver com amor?

Notamos que Paulo termina o capítulo 12 falando que iria mostrar um "caminho sobremodo excelente" e este caminho é o amor. Lembrem-se que os dons são concedidos pela graça do Senhor para desempenharmos o nosso serviço, mas o amor é fruto do Espírito na formação do nosso caráter.

O que Paulo está deixando claro aqui é que o amor é o único meio correto de manifestar os dons. Muitos buscam os dons espirituais para sua auto-glorificação, com a motivação de chamarem a atenção sobre si. Nós não podemos buscar os dons como um meio de nos projetarmos, mas sim, com a motivação correta que é o amor para servir aos nossos semelhantes.

Os enganos com respeito aos dons
  1. A quem pertencem os dons?
  2. Nós somos os donos do dom;
  3. Os dons são do Espírito, o Espírito está em nós, logo, podemos manifestar todos os dons quando quisermos

Os dons são do Espírito Santo, e Ele concede a cada um quando lhe apraz, quando ele quer. (1 Co 12:11)

  1. Duplicidade de dons
Língua + interpretação de língua = Profecia !?
Em 1 Co 14:5, Paulo não está dizendo que as línguas quando interpretadas se tornam profecias. Ele está dizendo que estão no mesmo nível de edificação.

Confusão sobre o dom de interpretação de língua
Quem fala em línguas, fala à Deus. Como posso interpretar Deus falando ao homem? Aqui está um erro muito comum na igreja. Sempre que houver a manifestação deste dom será o homem falando a Deus, e nunca o contrário.

  1. Misticismo Infantil
Exageros na manifestação dos dons, tais como: chiados, tremores, arrepios, emocionalismo, etc.
Não é que isto não possa acontecer, o problema está em condicionarmos a manifestação dos dons a isto. (1 Co 14:27-30).

  1. Confusão sobre o dom de profecia
Voz cavernosa e na primeira pessoa (Eu o Senhor vos falo)
Palavra diretiva. Ex.: Com quem casar, para onde ir, etc.
A profecia é para edificação, exortação e consolo. Aqui está um problema grave na igreja, muitos aceitam a profecia (que deve ser julgada) independente do que a Palavra de Deus revela.

  1. Os dons substituem as autoridades delegadas
Existe um grande perigo em usarmos algumas pessoas que Deus tem manifestado dons, como se fossem videntes, futurólogos, como horóscopo evangélico. Devemos ter todo cuidado. O Senhor nos adverte em Dt 13:1-5 e em Cl 2:18-19. Deus não governa pelos dons, mas pelos ministérios (1 Co 12:28).

  1. Os dons são usados como atrativos para os incrédulos
Isto produz orgulho, auto-glorificação, exibicionismo e exaltação própria. Ex.: Dorcas (At 9:36-42). Jesus nunca usou desta forma, sempre pediu que não contassem a ninguém (Mt 8:1-4)

 Conclusão
Conselhos do Espírito Santo para sua Igreja com Respeito aos Dons Espirituais.
  • Procurar com zelo os dons - só procuramos aquilo que nos interessa e sentimos falta.
  • Como procurar? Através da: oração, jejum, vigílias, etc.
  • Procurar progredir (1 Co 14:12-13). Ex.: engatinhar, andar...
  • Com respeito ao dom de línguas (1 Co 14:27-28).
  • Com respeito ao dom de profecia (1 Co 14:29-33).
  • Com respeito à participação de todos (1 Co 14:26).
  • Faça-se tudo para edificação (1 Co 14:26) e com decência e ordem (1 Co 14:40).

Amados, "segui o amor; e procurai com zelo os dons espirituais,
mas principalmente o de profetizar"(1 Co 14:1)


Fonte: Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 

sábado, 29 de setembro de 2012

CARTAS QUE ENSINAM

Lição 01 - O Que é Graça e Misericórdia

O conceito de graça é multiforme e sujeito a desdobramentos nas Escrituras...

Texto bíblico: Romanos 5.12-21

Definição de Graça

O conceito de graça é multiforme e sujeito a desdobramentos nas Escrituras. No Antigo Testamento, de acordo com o original hebraico, a palavra designada para Graça é “favor”, o favor imerecido de um superior a um subalterno. No caso de Deus e do homem, “favor”, no contexto veterotestamentário, é demonstrado por meio de bênçãos temporais, embora também o seja pelas bênçãos espirituais e livramentos tanto no sentido físico quanto no espiritual (Jr 31.2; Ex 33.19).

Já no Novo Testamento a palavra “Graça” recebe os seguintes significados: Consideração favorável sentida em relação a uma pessoa; Um favor; Gratidão; Por amor. Porém, foi na vinda de Cristo que graça assumiu seu significado pleno. O seu autosacrifício é a graça propriamente dita (2 Co 8.9), e esta graça é absolutamente gratuita (Rm 6.14; 5.15-18; Ef 1.7; 2.8,9): “É o favor imerecido, de Deus, para o ser humano”.

Texto adptado da obra: Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD.

sábado, 22 de setembro de 2012


Tema: Vivendo em Família
Comentarista: César Moisés Carvalho

                    LIÇÃO 13 – DEUS NÃO TEM NETOS. DECIDA-SE!

Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a:
Compreender o Plano da Salvação; conscientizando-se de a salvação é individual, portanto, não passa de pai para filho. Cada ser humano deve por si, buscar a Deus, para ser alcançado e salvo de seus pecados, através do sacrifico vicário (substituto) de Jesus Cristo.


Para refletir
Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.(Jo. 1.11-13 – ARC).

O versículo acima nos fala sobre o Senhor Jesus Cristo. Quando Ele tornou-se homem, para cumprir sua missão neste mundo, o mundo não O conheceu, e isto mostra o quanto a humanidade se afastou de seu Criador. Mas “os seus”, isto é, Israel, o povo terreno de Deus, deveria tê-lo conhecido. Os escribas e os sacerdotes podiam citar de cor as Escrituras do Antigo Testamento que referiam a Ele e à Sua vinda. Infelizmente, “os seus” O rejeitaram, e o fizeram de uma maneira mais terrível do que o mundo já tinha feito.

Texto Bíblico: Ez. 18.1-20


Introdução
“E VEIO a mim a palavra do Senhor, dizendo:
Que pensais, vós, os que usais esta parábola sobre a terra de Israel, dizendo: Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotaram? Vivo eu, diz o Senhor Deus, que nunca mais direis esta parábola em Israel”.(Ez. 18.1-3)

O versículo acima no afirma de forma categórica que cada um é responsável pelos seus atos diante de Deus. E conclui:
Mas, convertendo-se o perverso da perversidade que cometeu e praticando o que é reto e justo, conservará, ele a sua alma em vida.(Ez. 18.27).      

Por esta passagem, podemos observar que o Senhor nosso Deus estava indignado com os israelitas. Justamente por causa de que eles, estavam pondo a culpa de suas desventuras, em seus parentes, que viveram no passado. Deus os proíbe de dizer esse provérbio em Israel, afirma que cada pessoa é responsável pelos seus atos e que ninguém paga pelo pecado cometido por outro. Para sair daquela situação Israel só teria de deixar de fazer coisas erradas, esquecer o passado e seguir ao Senhor.

A Salvação em Cristo é pessoal e intranferivel 
“De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus”. (Rm. 14.12)

É intransferível. Um tratamento individualizado.
Billy Graham criou uma expressão: “solidão cósmica”.
Você esta no meio de uma multidão. Mas está sozinho.

Sozinho você decide sua vida na eternidade.

Vivemos num mundo cruel e impiedoso, mas somos filhos de Deus, criados para vivermos onde se oferece de tudo, cheio de coisas contrárias a doutrina de Deus. Contudo Ele foi extremamente amoroso e misericordioso e nos garantiu a salvação dos pecados impostos pelo mundo, mas uma salvação individual, pois Ele também garantiu que haverá o dia do juízo final e nele o julgamento vai ser individualizado, onde cada um vai prestar conta do que fez, segundo os teus caminhos e as tuas ações no mundo.

Toda pessoa que não crê na volta de Cristo para o arrebatamento, para o juízo final, para a consumação do que está escrito não conta com a única certeza que está por acontecer nesse mundo que vivemos. A volta de Jesus é doutrina dos seus seguidores, a Palavra de Deus nos dá essa certeza, a cada dia vivido percebemos que estamos mais perto da concretização do que está escrito, da profecia se cumprir, pois os últimos acontecimentos nos mostra e nos garante que está perto da volta de Jesus Cristo, pois o que está acontecendo: Fome, guerra, religiosidade, terror, deuses, doenças fatais, catástrofes, tudo que estamos vendo no mundo nos indica o fim dos tempos.

A sua salvação estará garantida até agora mesmo, bem antes do juízo final, só depende do seu querer, pois a Palavra de Deus nos garante que se confessarmos Jesus Cristo como Salvador e tomarmos uma nova direção, uma nova posição, um compromisso com o evangelho de Cristo, sua salvação se confirmará, pois você passa a conhecer a rota do céu.

O mundo em que vivemos, não é nosso, como povo de Deus, porque só tem te oferecido aquilo que é pertinente ao maligno para assim roubar o seu direito à salvação e te condenar à segunda morte – a morte espiritual.

A sua salvação está garantida quando Deus revela o grande amor e misericórdia que tem para com o seu povo dando-nos oportunidade infinita, dizendo que: Todo que Nele crer será salvo, por isso sua salvação se condiciona na sua própria declaração aceitando o Filho como o seu único Deus e Salvador.

O Jesus, o Filho de Deus, teve uma morte triste, sofrida ao extremo para os nossos olhos, mas foi feita a exata vontade do Pai para que por ele fôssemos também salvos e Ele levou sobre Si todos os nossos pecados e assim tomou posse da chave do inferno para o seu controle, recebeu autoridade do Pai e recebeu o nome "Emanuel" para ser a única forma de estarmos ligados ao Pai. Podemos concluir que já nascemos pecadores, podendo então estar condenado ou não pelo seu próprio livre arbítrio dado por Deus para você decidir o caminho que deve seguir


Salvação
Vejamos o que é Salvação, num breve reumo:
A salvação é outorgada por Deus pela sua graça, mediante arrependimento do pecador e da sua fé em Jesus Cristo como único Salvador e Senhor (1). O preço da redenção eterna do crente foi pago de uma vez por Jesus Cristo, pelo derramamento do seu sangue na cruz (2). A salvação é individual e significa a redenção do homem na inteireza do seu ser (3). É um dom gratuito que Deus oferece a todos os homens e que compreende a regeneração, a justificação, a santificação e a glorificação (4).

(1) Sl. 37:39; Is. 55:5; Sf. 3:17; Tito 2:9-11; Ef. 2:8,9; At. 15:11; 4:12
(2) Is. 53:4-6; I Pe. 1:18-25; I Cor. 6:20; Ef. 1:7; Ap. 5:7-10
(3) Mt.16:24; Rm.10:13; I Ts. 5:23,24; Rm. 5:10
(4) Rm. 6:23; Heb. 2:1-4; Jo 3:14; I Co. 1:30; At. 11:18

Eleiçãoé a escolha feita por Deus, em Cristo, desde a eternidade, de pessoas para a vida eterna, não por qualquer mérito, mas segundo a riqueza da sua graça (1). Antes da criação do mundo, Deus, no exercício da sua soberania divina e à luz de sua presciência de todas as coisas, elegeu, chamou, predestinou, justificou e glorificou aqueles que, no correr dos tempos, aceitariam livremente o dom da salvação (2). Ainda que baseada na soberania de Deus, essa eleição está em perfeita consonância com o livre-arbítrio de cada um e de todos os homens (3). A salvação do crente é eterna. Os salvos perseveram em Cristo e estão guardados pelo poder de Deus (4). Nenhuma força ou circunstância tem poder para separar o crente do amor de Deus em Cristo Jesus (5). O novo nascimento, o perdão, a justificação, a adoção como filhos de Deus, a eleição e o dom do Espírito Santo asseguram aos salvos a permanência na graça da salvação (6).

(1) Gn. 12:1-3; Êx. 19:5,6; Ez. 36:22,23,32; I Pe. 1:2; Rm. 9:22-24; I Ts. 1:4
(2) Rm. 8:28-30; Ef. 1:3-14; II Ts. 2:13,14
(3) Dt. 30:15-20; Jo 15:16; Rm. 8:35-39; I Pe. 5:10
(4) Jo 3:16,36; Jo 10:28,29; I Jo 2:19
(5) Mt. 24:13; Rm. 8:35-39; I Jo 2:27-29; Jr. 32:40
(6) Jo 10:28; Rm. 8:35-39; Jd. 24; Ef. 4:30

A regeneraçãoé o ato inicial da salvação em que Deus faz nascer de novo o pecador perdido, dele fazendo uma nova criatura em Cristo. É obra do Espírito Santo em que o pecador recebe o perdão, a justificação, a adoção como filho de Deus, a vida eterna e o dom do Espírito Santo. Nesse ato o novo crente através do Espírito Santo, é por ele selado para o dia da redenção final, e é liberto do castigo eterno dos seus pecados (1). Há duas condições para o pecador ser regenerado;arrependimento e fé. O arrependimento implica em mudança radical do homem interior, por força do que ele se afasta do pecado e se volta para Deus. A  é a confiança e aceitação de Jesus Cristo como Salvador e a total entrega da personalidade a ele por parte do pecador (2). Nessa experiência de conversão o homem perdido é reconciliado com Deus, que lhe concede perdão, justiça e paz (3).

(1) Dt. 30:6; Ez. 36:26; Jo 3:3-5; I Pe. 1:3; Tg 1:18; I Cor. 5:17; Ef. 4:20-24
(2) Tt 3:5; Rm. 8:2; Jo 1:11-13; Ef. 4:32; At. 11:17
(3) II Co. 1:21,22; Ef. 4:30; Rm. 8:1; 6:22


justificação, que ocorre simultaneamente com a regeneração, é o ato pelo qual Deus, considerando os méritos do sacrifício de Cristo, absolve, no perdão, o homem de seus pecados e o declara justo, capacitando-o para uma vida de retidão diante de Deus e de correção diante dos homens (1). Essa graça é concedida não por causa de quaisquer obras meritórias praticadas pelo homem, mas, por meio de sua fé em Cristo (2).

(1) Is. 53:11; Rm. 8:33; 3:24
(2) Rm. 5:1; At. 13:39; Mt. 9:6; II Cor. 5:31; I Co. 1:30


A santificaçãoé o processo que, principiando na regeneração, leva o homem à realização dos propósitos de Deus para a sua vida e o habilita a progredir em busca da perfeição moral e espiritual de Jesus Cristo, mediante a presença e o poder do Espírito Santo que nele habita (1). Ela ocorre na medida da dedicação do crente e se manifesta através de um caráter marcado pela presença e pelo fruto do Espírito, bem como por uma vida de testemunho fiel e serviço consagrado a Deus e ao próximo (2).

(1) Jo 17:17; I Ts. 4:3; 5:23; 4:7
(2) Pv. 4:18; Rm. 12:1,2; Fp. 2:12,13; II Co. 7:1; 3:18; Hb. 12:14; Rm. 6:19; Gl. 5:22; Fp. 1:9-11

A glorificação é o ponto culminante da obra da salvação (1). É o estado final, permanente, da felicidade dos que são redimidos pelo sangue de Cristo (2).

(1) Rm. 8:30; II Pe.1:10,11; I Jo 3:2; Fp. 3:12; Hb. 6:11
(2) I Co. 13:12; I Ts. 2:12; Ap. 21:3,4


Conclusão
Ninguém pagará pelos erros de outras pessoas, Deus disse que os filhos não levarão as culpas dos antepassados...e menos ainda eu estaria aqui pagando pelo que não fiz. Seria isso justo?

Nós temos uma digital aqui na terra mostrando a nossa individualidade, cada um tem uma genética diferenciada se no plano físico, Deus se importou com isso quanto mais no plano espiritual.

Você tem consciência que um dia prestará contas da sua vida a Deus?
Decida-se agora a sua eternidade.


Fonte: Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 

domingo, 16 de setembro de 2012

Lição 12- Você é importante para a sua família







3º Trimestre 2012
Tema: Vivendo em Família
Comentarista: César Moisés Carvalho

LIÇÃO 12 – VOCÊ É IMPORTANTE PARA A SUA FAMÍLIA


Objetivo:
Conscientizar-se de que nossa família é nossa base, por essa razão devemos preservar-la, segundo os preceitos da Palavra de Deus

Para refletir
“Será que uma mãe pode se esquecer de seu bebê? Será que pode deixar de amar o seu próprio filho? Mesmo que isso acontecesse, Eu nunca me esqueceria de vocês.”(Is. 49.15 - NTLH).
Essa pergunta supõe uma resposta positiva, se por acaso a Mãe que ama tanto seu filho e mesmo com o dispositivo natural feminino, se ambos falhassem, o que seria da pequena criatura? O Pai do céu já responde esta questão no mesmo versículo:
“Mesmo que isso acontecesse, Eu Jamais te esqueceria…”
Tenha certeza que Deus Jamais te abandonará. O Amor de Deus é eterno e sem medidas, sem reservas e sem limites e Ele quer derramar seu Amor sobre todos os Homens da Face da terra, basta abrir o nosso coração para recebê-lo.

Texto Bíblico: Lc. 15.11-32.

Introdução
Nem sempre nos lembremos que nossos pais nos trouxeram à vida e nos dá suporte no mundo, os quais lutam tanto para nos educar, para dar um estudo superior e por nós eles renunciam a tantas coisas em sua vida (passeios, lazer, roupas, sapatos), para eles os filhos sempre estão em primeiro lugar.
 E para eles os filhos parecem não crescer nunca. Gostariam de tê-los sempre pertinho, participar de suas vidas, aconselhá-los, dar nosso ombro quando eles precisam, chorar com eles em suas dores, ou comemorar com eles as vitorias, etc.
 Mas nem sempre os filhos se apercebem disso.
 O melhor lugar do mundo
A família é o primeiro espaço onde cada indivíduo se insere e o qual ajuda na promoção de o ser pessoa. É neste contexto que ele se consciencializa dos seus papéis primários e onde se inicia o processo de socialização primária, que o leva à articulação com a comunidade.
É no seio familiar que se faz a transmissão de valores, costumes e tradições entre gerações.
A educação, aqui, é processada sem regulamente técnicos, onde constitui maior relevância aquilo que o indivíduo é e não aquilo que ele é capaz de fazer.
 Desde sempre, a família acaba por surgir como um lugar onde se aprende a viver, ser e estar, e onde se começa o processo de consciencialização dos valores sociais inerentes à sociedade e sem os quais esta não consegue subsistir. É neste ambiente que o indivíduo aprende a respeitar ou outros e a colaborar com eles.
A família surge com direitos e deveres. Estes deveres estão consagrados na Constituição e nos valores sociais e morais respectivos à sociedade. Os pais dão vida aos filhos, a partir daqui cabe a eles dar-lhes o apoio de que necessitam, a educação e as condições necessários para o seu crescimento saudável.
 A família tem um papel educativo essencial, dela vai depender a definição do quadro de referência primário para a prática educativa. No entanto o desenvolvimento contínuo da função parental está longe de ser linear e positiva. Existem períodos de concordância que resultam em desenvolvimento para todas, mas também surgem momentos de desacordo que põe a família frente à educação com um profundo mal-estar.
 O meio familiar exerce uma das mais importantes influências no desenvolvimento das capacidades cognitivas e na estruturação das características afetivas dos filhos. No entanto, a educação familiar não deve entoar só os efeitos do desenvolvimento dos filhos. A família deve ser considerada um ecossistema da educação.
 A família é a instituição mais privilegiada da educação, pois é no seu meio natural que o homem nasce e existe e onde se desperta como pessoa. Exerce enorme influência quer na integração escolar quer no desenvolvimento dos filhos.

Valorizemos nossa família é a primeira instuição criada por Deus. Se assim é, com certeza é para nosso bem.

Conclusão
"Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam"( Sl. 127:1). "Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos" (Sl. l28:1). Como podemos jamais ter uma boa vida familiar se deixarmos o Senhor fora do quadro? Se as coisas não vão bem com Deus, como poderiam ir bem com o nosso cônjuge, filhos, pais? Quando Deus e sua palavra regem nossos corações e vidas, a vida familiar será uma experiência agradável e rica.



Fonte: Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva