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sábado, 28 de janeiro de 2012

LIÇÃO 5 - Desvie-se do mal





O caminho do pecado é trevas, e o caminho...



Texto Bíblico: Provérbios 4.23-27; 6.12-15

Professor, explique aos alunos que o caminho dos homens maus parece agradável e o mais próximo para conseguir alguma finalidade; porém, é um caminho mau e terminará mal; se amas o teu Deus e a tua alma, evita-o. Não foi dito: mantenha distância devida, mas; mantenha uma grande distância; nunca penses que podes chegar suficientemente longe disto. O caminho do justo é luz. Cristo é o seu caminho e Ele é a luz. Os santos não serão perfeitos até que cheguem ao céu, mas ali brilharão como o sol em sua força.

O caminho do pecado é trevas, e o caminho do ímpio é tenebroso; portanto, perigoso; eles caem em pecado, mas não sabem como evitá-lo. Envolvem-se em problemas, mas nunca procuram saber se Deus contende com eles, nem qual será o fim dele. Este é caminho que insistentemente somos admoestados a evitar. Ouvir atentamente a Palavra de Deus é um bom sinal da obra da graça começada no coração, e um bom meio de realizarmos sempre. Na Palavra de Deus há um remédio apropriado para todas as enfermidades da alma. Guarda o teu coração com toda a diligência. Devemos colocar em nossas almas uma estrita vigilância, e impedir que nossos corações infiram dor e sejam feridos. É dada uma boa razão: porque daí surge os assuntos da vida. 

Sobretudo, devemos buscar o Senhor Jesus, a Água Viva, o Espírito santificador, que brota para a vida eterna. Assim, seremos capacitados a eliminar uma boca perversa e lábios pervertidos; nossos olhos serão impedidos de contemplar a vaidade quando olhamos adiante e corretamente, andamos pela regra da Palavra de Deus, e vamos após os passos de nosso Senhor e Mestre. Que esta seja a nossa oração: “Senhor, perdoa o passado e capacite-nos a seguir-te de maneira mais próxima no tempo vindouro”.

Texto extraído da obra “Comentário Bíblico de Matthew Henry”, editada pela CPAD.
Você pode:
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

ANIVERSÁRIO DO BLOG

O parabéns é pra você caros amigos e amigas do blog do adolescente cristão
São 2 anos de beçãos e de vitórias para vocês ,  PAIS E MÃES, LIDERES, PROFESSORES,  que escrevemos aqui com muito carinho, pra vocês queridos ADOLESCENTES que as vezes se sente tão sozinho. o Blog do Adolescente cristão conta com suas orações para continuar esse ministério maravilhoso do ensino e propagação do Evangélio de Cristo.mariasdeoliveira.blogspot.com

sábado, 21 de janeiro de 2012

LIÇÃO 4 - ADOLESCENTES






ADOLESCENTES – CPAD
1º Trimestre 2012
Tema: Conselhos para o dia-a-dia
Comentarista: Jamiel Lopes
LIÇÃO 4 – PRATIQUE A BONDADE
Ao Mestre
Amado (a) este trimestre o tema “Conselhos para o dia-a-dia” é propicio para despertarmos o adolescente para viver uma vida diária pautada  pela ética cristã,
A ética cristã trata dos princípios que regulam o comportamento do cristão, e, é o conjunto de princípios espirituais extraídos exclusivamente da Bíblia, para nortear a conduta diária daqueles que servem à Deus, nos seus relacionamentos com Deus e com as pessoas.
E. Bruner diz: "Ética cristã é o comportamento humano determinado pelo comportamento divino". Podemos com isso dizer que, a ética cristã é o conjunto de valores moral total e unicamente baseado nas Escrituras.
Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a:
Entender que Deus requer que todos pratiquemos a bondade a todas as pessoas indistintamente, assim estaremos demonstrando que somos filhos de Deus.
Para refletir
Quem é bondoso será abençoado porque reparte a sua comida com os pobres”. (Pv. 22:9 - NTLH)
Precisamos estar conscientes do nosso potencial de sabedoria e de bondade, propósitos que nos foi legado pela graça divina a todos quantos aceitam a Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas.
As Escrituras nos ensina que o Amor é derramado em nosso coração, pelo Espírito Santo (Rm. 5:5) infundindo em nós o amar ao próximo como a nós mesmos, tornando-nos iguais em essência, portanto irmãos, unidos em um Deus que é amor.
Texto Bíblico em estudo: Pv. 3:27-29;11:17,23-26.
Introdução
Deixar de fazer o bem é pecado de omissão (Tg. 4:17). Pecado não é somente transgredir os mandamentos divinos, mas  também deixar de cumprir as exigências da Palavra de Deus (Mt. 25: 31-46).
Fazer bem aos outros, é fazer bem a nós mesmos. A pessoa bondosa recebe grandes bênçãos de Deus, de forma que tornar-se-à em benção para si mesmo e para todos os que o cercam.
A Bondade – um principio de vida
A bondade é inerente ao amor e como todo ser é fruto do amor criador de Deus, a bondade, como princípio, está instalada no âmago de toda criatura, que responde aos apelos do Criador.
A bondade própria de cada um é aquilo que nos leva a desejar o melhor, a querer acertar e fazer o bem para nós e para os outros.
Até mesmo, os animais dentro do que lhes é próprio buscam o próprio bem e o de sua prole
e cooperaram com o grande sistema da vida fazendo aquilo que lhes compete. E por que nós, humanos, criados à imagem e semelhança do Deus de Amor, muitas vezes não agimos assim?
Vivemos dias de terríveis trevas espirituais, os dias sãos maus (Ef. 5:16), os fundamentos da moral, dos bons costumes, da ética, da bondade, da família se transtornam (Sl. 11:3) isso de forma tão devastadora que, para praticar a bondade na atual sociedade precisamos nos reeducar e reaprender a enxergar a bondade fundamental presente em todas as coisas, pois nosso olhar cria a realidade e a faz segundo nossas percepções.
Reconhecer a bondade no outro indistintamente nos ajuda a praticar o bem que há em nós e ao compartilhá-lo nós o multiplicamos despertando os corações adormecidos ao nosso redor a praticar também, não tornando o mal com mal, mas praticando o bem. Veja os versículos abaixo:
Rm. 12:17 – “A ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas honestas perante todos os homens.”
Rm. 12:20,21 – “Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça. Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.”
A Bondade e o amor ao próximo
Professor (a) a doutrina cristã do amor fraternal ensinado por Jesus e divulgado por meio de seus apóstolos (Jo 15.12), deve ser explanada de forma que os alunos venham a entender a dimensão do amor, do amor divino e também que devemos viver este amor, o amor é a identificação do cristão, Jesus disse:
“Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.”(Jo 13.35). 
Podemos dizer que o amor é a personificação de Deus, a Bíblia nos diz que “Deus é amor”.
O amor entre os irmãos
Segundo nos ensina as Escrituras, o amor entre irmãos, ou seja, o amor fraterno, encontramos o amor expresso pela palavra original philia, que significa “amor fraternal”, ou “bondade fraterna e afeição”.
O Senhor Jesus ao dizer: “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”, Ele estava ensinando que seus discípulos têm o dever de amar ao próximo, ou seja, a qualquer pessoa, independente de ter afinidade, amizade ou não (Mc 12.31). Esse é um amor que faz parte dos deveres daqueles que servem a Cristo.
O SENHOR quer que amemos uns aos outros, como discípulos Dele, porém não apenas para cumprir um mandamento, mas por afeto, com sinceridade.
Amar a todos sem exceção
“Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos”, neste versículo encontramos o padrão do verdadeiro discípulo de Jesus, este é o nosso desafio para ser verdadeiro discípulo de Jesus, é importante que os cristãos (pequenos cristos) amem uns aos outros, se assim fizermos demonstraremos que verdadeiramente somos discípulos de Cristo, pois não estaremos somente obedecendo ao mandamento do SENHOR, e sim “vivendo o que pregamos”. Notemos que o Senhor Jesus não falou de outra característica pelo qual seus seguidores seriam conhecidos de todos.
Amado (a) enfatize que  uma das mais fortes evidências da verdadeira conversão é amar a Deus e ao homem. Os que aceitam a Jesus como seu Redentor, têm amor profundo e sincero por outros, e que devemos pedir ao SENHOR, que nos conceda desenvolver o fruto do Espírito, para que esse amor esteja patente em nossas vidas, através de nossas ações.
O testemunho do servo de Deus é composto por vida e palavra, nossa vida está sendo observada. Esta é nossa principal mensagem. A vida íntegra, vivida de acordo com a Palavra de Deus, dá autoridade à nossa palavra, pois nossa vida estará testificando do que estamos dizendo. O mau testemunho é prejudicial ao reino de Deus, muitas pessoas hoje, que se dizem servos de Deus, estão vivendo de modo contrário à Palavra de Deus, tornando-se motivo de escândalo para o Evangelho. Devemos viver de modo digno da vocação com que fomos chamados, procedendo como representantes de Deus, como embaixadores do céu aqui na terra.
Tornando inimigo em amigo
O Senhor Jesus ensinou que os cristãos devem amar seus inimigos. Imaginamos quando o SENHOR falou isso, os olhos de todos que o ouviam deve ter se arregalado, em suas mentes devem ter sido feita essa interrogação: “Amar nossos inimigos?”.
Porém, o Senhor Jesus continuou: “Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem, para que sejais filhos do Pai que está nos céus...” (Mt 5.44).
Neste texto o Senhor Jesus nos ensina que devemos orar pelos que nos maltratam e perseguem,  que em nosso coração não deve haver ódio e nem vingança, devemos orar para que Deus mude seus pensamentos, suas circunstâncias e que os salve, assim veremos que o desafeto que estiver em nosso coração desaparecerá, e quando cairmos em nós, já estaremos amando os que nos aborreceram.
Aqui vemos o cerne do ensino de Jesus, não devemos amar por amar, devemos amar com todo o nosso ser, “para que sejamos filhos do Pai que está nos céus”.
Conclusão
O Senhor Jesus ao determinar que o verdadeiro cristão deve amar o inimigo, orar por ele e abençoá-lo, mostra a superioridade de ser cristão, “pequeno cristo”. Lembremo-nos de que muitos que se dizem cristãos e não obedecem a Lei do amor, não terão condição de encontrar o Senhor Jesus em sua volta, pelo fato de aborrecerem seu próximo, ou seja, não amar o próximo, em 1 Jo 3.15,16: “Qualquer que aborrece a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem permanente nele a vida eterna. Conhecemos o amor nisto: que ELE deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos.”
Vede que nisso está o cerne de nossa vida cristã. Que Deus nos ajude a cumprir o mandamento de nosso Senhor Jesus, verdadeiramente vivendo em amor.
Colaboração para o Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva.


LIÇÕES DA ESCOLA DOMINICAL- ADOLESCENTES





Tema: Conselhos para o dia-a-dia
Comentarista: Jamiel Lopes
LIÇÃO 3 – EVITE AS MÁS COMPANHIAS
Ao Mestre
Amado (a) na adolescência tudo muda rapidamente. Esta é uma fase do crescimento repleta de descobertas, mas por vezes confusa, com dúvidas e ansiedades. Sentimentos, emoções, atitudes e valores andam num turbilhão. Mudam as relações com a família e com os colegas, procura-se uma maior autonomia e aumentam as responsabilidades.
Paralelamente a todas as mudanças físicas que decorrem do crescimento, os adolescentes passam por alterações emocionais por vezes difíceis de gerir em ambiente familiar.
Emergem novas atitudes face à escola, aos novos grupos de amigos, à sexualidade, ao modo como experiência o próprio corpo. Contestam-se valores até aí instituídos que podem gerar desentendimento entre pais e filhos. 
É imprescindível que o professor (a) de EBD, ensine e oriente seus alunos, mas para que isso ocorra, há somente um meio: o poder transformador da Palavra de Deus. Não através de passeios, dinâmicas, brincadeiras (ainda que faça parte), mas da Palavra de Deus aplicada, de forma clara e objetiva, se assim você se dispor, e orar apre4sentando sua aula e a cada aluno individualmente – o Espírito Santo operará transformando suas vidas, regenerando-os, e verdadeiramente serão “pequenos cristos”, terão vida santificadas, e serão instrumentos nas Mãos do SENHOR.
O professor (a) irá conseguir bem mais se sua mente fulgura a verdade, e se diligentemente levar seus alunos a uma clara compreensão da mesma verdade, se assim fizer não lhe faltará a inspiração e a unção do Espírito Santo para tão árdua e maravilhosa missão – o ensino.
Deus vos abençoe grandemente.
Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a:
Reconheceros perigos das más companhias, esaber evitá-las.
Para refletir
“Quem anda com os sábios será sábio, mas quem anda com os tolos acabará mal.”(Pv. 13:20 – NTLH).
Há um ditado popular que diz “Uma maçã podre estraga todo o cesto” – e é verdade.
Quando andamos com más companhias, logo a nodoa da má reputação delas nos apegará, e todos os que nos vêem, já pensam que somos iguais.
E da mesma forma quando andamos com os mestres, os sábios – as pessoas nos verão como pessoa sensata, educada e sábia.
Pense nisso: “Associar-se com o tolo e insensato (sem juízo), é destruir-se a si mesmo”.
Texto Bíblico em estudo: Pv. 1:10-16; 4:14-27.
Introdução
Na maioria das vezes quando precisamos de um conselho procuramos alguém para falar. Mas quem será essa pessoa? Será que é amigo? Será que irá falar para o nosso bem?
E, nós? O que realmente queremos, uma palavra franca ou somente uma que nos agrade?
O verdadeiro amigo não tem medo de nos dizer a verdade, e sempre irá querer o nosso bem, mesmo quando em momentos que não o entendemos.
Influencias Boas ou Más
Todos nós precisamos de amigos que estejam por perto para escuta-nos, preocupar-se, oferecer ajuda quando necessário. Alguém que está compartilhando de nossos bons e maus momentos, com certeza é melhor ter um amigo assim do que dúzias de conhecidos – o amigo que assim procede nos é mais chegado do que um irmão.
A maior parte dos adolescentes procura o apoio de um grupo de amigos porque este lhe dá segurança. Fazer parte de um grupo cujos elementos se assemelham pelos comportamentos, roupas ou atitudes facilita uma estabilidade e um sentimento de pertença, o que se torna essencial durante estes anos de mudança permanente. No grupo de amigos o adolescente sente-se compreendido. É aqui que pode conversar sobre a sua música, os seus jogos, o que gosta de usar, as suas dificuldades na escola, com os pais e nas relações que estabelece.
Esta identificação com um grupo de amigos dá ao adolescente a oportunidade de desenvolver relações interpessoais equilibradas e conquistar maior autonomia.
Amizade é um sentimento de quem é amigo; é afeição recíproca que liga duas pessoas; é simpatia; é estima; édedicação; é benevolência (benevolência possui quem é bondoso, bem intencionado, favorável).
Isso descreve o que é uma Amizade. Vê como deve ser um amigo? – dedicado, bondoso, bem intencionado, ou seja, alguém que quer o seu bem. Se você tem um (a) “amigo (a)” que não é assim ... cuidado, não é amigo (a).
Um amigo de verdade, não te apóia quando você vai fazer algo que irá te prejudicar – ele (a) irá te dizer para não fazer. Já aquele que te incentiva para cometer um erro – não gosta de você, pois, não é bem intencionado, não quer o seu bem – logo não é seu amigo (a).
Sutilezas do mal
As más companhias é uma dessas sutilezas. Isso ocorre quando procuramos integrar-nosà pessoas de índole e comportamento mau.
O apóstolo Paulo nos faz uma advertência:
“Não vos enganeis: as más conversações (más companhias)  corrompem os bons costumes” . (1Co 15.33).
Conversações no original quer dizer, associação, amizades e quando “certas amizades” corrompem os bons costumes, quer dizer que o relaxamento moral resulta em perdermos nossa educação, nossa formação, causando deficiências em nosso comportamento moral e doutrinário.
Professor (a) ensine de forma a levar seus alunos compreenderem que as más companhias influenciam sua conduta em direção ao mal, que eles não deixem que esse tipo de pessoa o afaste de Cristo, e o façam entristecer seus pais, pois, nossos pais são nossos melhores amigos aqui da terra. Não devemos entristecê-los por causa de más companhias.
Há vários exemplos de más companhias: os viciados, os homossexuais, as lésbicas, os agressivos, os imorais, etc., use como exemplo de pessoas com quem eles devem evitar apegar-se.
Enfatizando a eles que, algumas amizades podem nos fazer sentir vontade de fazer coisas que desagradam a Deus, e às vezes, fazemos porque queremos conservar essas amizades. E que não devem jamais agir assim, pois, isso sempre trará tristezas aos seus pais e sofrimento a eles mesmos. Conversas de sentido malicioso aparentemente inocente são nocivas e muitas vezes destroem nossa comunhão com Deus. Devemos ser firme e preservar-se naquilo em que a Palavra de Deus nos ensina.
Não podemos nos enganar e achar que somos fortes o suficiente para não nos contaminarmos, pois se fosse assim a Palavra não nos alertaria sobre essa questão. O melhor a fazer é realmente vigiar. E não deixar-nos corromper em nossa fé e consequentemente em nossa conduta cristã, pois o resultado será muito triste.
Conclusão
Existe uma grande diferença entre conhecer alguém, e ter um verdadeiro amigo. A maior evidência da verdadeira amizade é a lealdade e a benevolência. O verdadeiro “ amigo que é mais chegado que um irmão” é aquele que em todo o tempo é o mesmo com você, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, mesmo quando a comunicação fica difícil ele (a) não te esquece.
Mas lembre-se o verdadeiro amigo quer o seu bem, jamais te aconselhará ou te induzirá a praticar coisas erradas e as escondidas. Tome cuidado!
Os cristãos precisam aprendem a disciplinar os comportamento externos e os sentimentos internos para se tornarem santos. Devemos relacionar-nos, porém, lembrando que som os “sal”, e com o sal da terra, tem os de “conservar” os bons hábitos, a fé, a m oral.
Nossos pensamentos, palavras e ações, devem ser agradáveis à Deus, e com o “sal”, devem os influenciar e não sermos influenciados. Lembrando que Noemi não se influenciou pela idolatria que Rute conhecia, mas levou sua nora a conhecer o Deus Vivo – façamos também assim.
A vida cristã envolve um compromisso genuíno e pessoal de obedecer a Palavra de Deus, e isso em toda e qualquer circunstancia.
As amizades devem ser pautadas pela Palavra de Deus, a própria Bíblia nos adverte:
“ Andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?” (Am 3.3 – ARC)
O próprio título de nossa lição diz: DIZ-ME COM QUEM ANDAS... e direi quem tu és.
Se você anda com quem age errado, é porque concorda com os atos dele.
“ ...que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que com unhão tem a luz com as trevas?” (2 Co 6.14 – ARC)
Nosso comportamento deve ser de tal forma que, nossas vidas possam efetuar mudanças nas outras pessoas. E como mencionado acima: “E m vez de somente desejarmos ter um bom amigo, tornemos-nos um bom amigo”. Vivemos, pois de forma que possamos agradar o Senhor, que nos salvou. Amém.
Colaboração para o Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva.




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MOMENTO DE REFLEXÃO

AS TRÊS PENEIRAS
Logo no primeiro dia de promoção, o funcionário diz ao chefe:
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele…
- Espere um pouco – disse o chefe. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras chefe?
- A primeira peneira é a da verdade. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
- Não. Não tenho. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram. Mas eu acho que…
- Então sua historia já vazou a primeira peneira. Vamos então ver a segunda peneira que é a da bondade. O que vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Claro que não!!!!!! Deus me livre chefe!!!
- Então sua historia vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira que é a da necessidade.
- Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?
- Não chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu queria contar.
- Pois é. Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? Todas às vezes que surgirem um boato por aí devemos submetê-lo ao Crivo das TRÊS PENEIRAS: VERDADE, BONDADE, NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:
“Pessoas inteligentes falam sobre idéias.
Pessoas comuns falam sobre coisas.
Pessoas medíocres falam sobre pessoas.”
(Autor desconhecido)